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Infografia de cada dia, amém

Conhece o blog do Estadão Dados? Tem infografias periodicamente publicadas sobre os assuntos divulgados no jornal, como esta “O deputado-pastor Marco Feliciano, por ele mesmo“:

 

 

 

Bacana, não? Principalmente por ser um recurso gráfico que dificilmente seria utilizado no impresso, mas que também traz informação.

E, para quem trabalha com infografia, uma dica: os gráficos são feitos com programas que podem ser usados na web, como o http://datawrapper.de/ e o http://infogr.am/.

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Cabe infografia aqui?

Espera-se ver infográficos em uma Super Interessante, em uma Galileu, até em uma Época. Mas em uma Casa e Jardim, confesso que não esperava.

A boa surpresa veio pela Mostra Nacional de Infografia 2011, material compilado por Mário Kanno e Lucas Toffoli (disponível para download aqui), com as duas infografias abaixo:

Redescoberta dos gostos do Brasil


E Enciclopédia do Chá:

 

E o site da Revista está agora com outra info que achei genial, um jogo a la Onde está o Wally para localizar móveis de designers famosos:


“A infografia bem apurada, tecnicamente bem estruturada, planejada e executada tem cada dia mais espaço em qualquer uma das plataformas do mundo da informação”, defende Fábio Marra, Editor de Arte da Folha, em artigo escrito para a Mostra.

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Menos opinião

Enquando a mídia online burbulha com opiniões das mais diversas fontes sobre a ocupação da reitoria da USP por estudantes, que terminou hoje, um jornalista/infografista lembrou de que a questão era informar, mais que opinar:

O infográfico mistura a ilustração do mapa do local com fotos e segue uma sequência de 5 passos, com cara de álbum de fotos mas com as legendas narrando os fatos.

Enquanto todo mundo se preocupava em reportar com “fulano disse isso”, “cicrano disse aquilo”, o infográfico cumpriu o papel de mostrar os fatos pontuais do que estava acontecendo.

Acho apenas que os números levantados podiam ter sido melhor aproveitados visualmente. Mas com o tempo que se tem para produzir uma pauta em meios online, já é querer demais.

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Qual a cara (e a cor) do seu currículo?

O Vizualize.me lançou uma ferramenta de visualização de currículo, linkada ao LinkedIn (dica de @rodrigostoqui).

Genial! Primeiro porque a chance de um currículo diferente passa a ser uma opção a todos, sabendo ou não diagramar uma página diferente.
Segundo porque comprova o fato de que a visualização ajuda (muito) a entender as informações, ver padrões e, até mesmo, corrigir erros – o que aconteceu comigo. Foi só vendo meu currículo nesse formato que percebi que havia datas sobrepostas de dois trabalhos, que meu cargo em destaque no LinkedIn não era como eu queria que estivesse… Ou seja, a visualização escancarou as informações que estavam nele.

O site ainda oferece uma dashboard para você compartilhar e verificar quanto seu CV é acessado e as principais informações sobre esses acessos.

Quem quiser testar (recomendo), é só conectar seu perfil do LinkedIn aqui.

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Contextualize

Peças de teatro são no geral uma estrada sem placas. Você sabe mais ou menos onde está pisando, lê uma resenha ou outra, mas quase sempre chega à sala sem referências muitos precisas do que a história trata, quando se passa e pelos olhos de quem.

Achei destacável a ideia produzida para a peça A Casa Amarela (de Gero Camilo, em cartaz no Teatro Cacilda Becker): uma carta, com todas as referências da época que a peça retrata, apresentando a história de maneira narrativa e também visual.

O envelope em branco, com o selo do rosto do ator, é preenchido com duas folhas, com aspecto antigo. Uma narra o que é a casa amarela e o que Van Gogh e Paul Gauguin viveram nela, a outra mostra duas plantas da casa, descrevendo nelas a ficha técnica da produção.

E por mais que o material conte a história da peça, não há riscos de ali contar o que o espectador esta prestes a ver. Pelo contrário, mostrar o contexto só ajuda o público a pensar mais, a ir além.

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Tem certeza que lá é seguro?

O mapa, ou, no caso, internautas conectados mais estatísticas podem responder.

O Wikicrimes.org é um mapa colaborativo, criado para mapear crimes por todo o Brasil. Uma fonte interessante de informação para nós, cidadãos, sabermos onde estamos mais seguros mas também para o governo ir além dos números e enxergar a criminalidade do ponto de vista dos próprios moradores e pessoas que transitam pela região.

O site, criado por Vasco Furtado, professor titular da Universidade de Fortaleza, com participação de integrantes da célula de Engenharia de Conhecimento da instituição, já possui quase 250 mil crimes catalogados por todo o Brasil. Nele também estão notícias e vídeos relacionados aos crimes, além de estatísticas, feitas com informação gerada pelos próprios usuários.

Para ficar atento às áreas mais perigosas em seu Estado, é possível fazer uma busca por endereço ou por tipo de crime, ou apenas explorar o mapa com as áreas de maior “densidade criminal”. Ainda, há como marcar uma área no mapa para receber alertas de crimes cadastrados na região, e turistas contam com tradução em inglês, francês, espanhol e italiano.

Para os que já estão surtando com a violência de onde vivem e querem saber dos novos crimes em tempo real: Wikicrimes Mobile, para iPhone e Android.

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Quem tem o poder, e quem é amigo de quem tem

Um projeto que está sendo desenvolvido no Chile, chamado Poderopedia, quer mostrar quais os vínculos que existem nas elites do País, deixando às claras quem – pessoas, líderes de instituições, donos de empresas – estão ligados a quem.

Como consequência, essa base serve para indicar à mídia, e ao público em geral, por que interesses essas pessoas estão agindo, apoiando projetos governamentais ou fazendo negócios.

O formato é de uma base de dados (tanto de origen editorial como da colaboração dos usuários), com todas as informações passadas por um editor antes de serem publicadas e ilustradas em um “mapa das conexões”.

O modelo de negócios também me surpreendeu. A ideia é que a Poderopédia seja uma ferramenta com livre uso para fins não-comerciais, mas que, em um segundo momento, vai oferecer uma plataforma customizada, como serviço pago a empresas midiáticas.

Imagina que útil seria um projeto como esse no Brasil? Mostrando a ligação principalmente de políticos, e suas famílias, com empresas e instituições? Gente para mapear é que não ia faltar…

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