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Google Doogle Doo

Que o Google é criativo em seus Doodles – variações do logo na página inicial – é uma unanimidade. Mas, revendo todos os logos já publicados, encontrei alguns geniais.

No Hallowen, a inovação foi a sequência de imagens. Dividido em 5 partes, os logos formaram uma história de mistério do Scooby Doo:

No aniversário de 70 anos de John Lennon, o logo tinha um símbolo de Play que, ao ser clicado, abria um vídeo com ilustrações ao som de “Imagine”:


E o mais legal de todos,  no aniversário de 30 anos do jogo PAC-MAN. O botão “Estou com sorte” virou “Insert Coin” e bastava clicar para iniciar o jogo, guiado, na própria página, pelas setas do teclado:

Ainda é possível jogar, clicando aqui.

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Uma história gráfica

Os 90 anos da Folha levaram à home do Jornal mais de uma maneira visual de contar sua história. Ainda que com artigos um tanto desconectados entre si, o histórico da Folha ganhou uma cara bacana (e, consequentemente, imagino, ganhou também acessos) com o uso de Flash, infografias e imagens.

As reformas gráficas mostram a evolução dos jornais de uma maneira geral e qual a preocupação gráfica da imprensa em cada período:


E o vídeo-infografia mostra o processo de produção do Jornal, de uma maneira muito mais dinânica que um texto poderia descrever:

Só é estranho, com tanto apelo visual, as infografias, fotos e ilustrações serem mostradas no processo editorial apenas após a notícia estar pronta, escrita e editada. Idéias muito mais interessantes poderiam surgir se imagem e texto estivessem conectados desde o início da “linha-de-produção”.

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E o jornal virou revista. Digital.

O lançamento The Daily, jornal produzido especialmente para ser lido em iPad, é a descrição da mídia perfeita:
“Tem a profundidade e qualidade de uma revista, mas é entregue diariamente como um jornal e atualizado em tempo real, como a web.”

Publicado pela internacional News Corporation e guiado pelo editor-chefe Jesse Angelo e o publisher Greg Clayman, o jornal foi lançado essa semana, como o primeiro norte-americano produzido para iPad.

Sem custos com papel, o preço pode ser mais baixo. No caso, $39,90 a assinatura por 1 ano, 365 edições, ou 99 centavos de dólar por semana, cobrados diretamente de uma conta do iTunes.

Na descrição do site, o The Daily se propõe a oferecer uma mistura única de texto, foto, audio, video, informação gráfica, dados em tempo-real e conteúdos alimentados por redes sociais.  Essa mistura diz permitir aos editores decidirem não apenas que histórias são mais importantes, mas, também, o melhor formato para entregá-las ao leitor.

Enfim, uma publicação que parece se preocupar realmente em ser multimídia.

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Só mais 1 minuto

Uma única bactéria, se colocada para se reproduzir dentro de um tubo de ensaio cheio de alimento, resultará no fim de toda a comida em 60 minutos. Aos 59 minutos, o tubo estará apenas cheio pela metade. Mas, crescendo exponencialmente, assim como a população mundial, as bactérias só precisarão de mais 1 minuto para preencher o tubo por completo e para a comida acabar.

Como uma metáfora para o consumo e crescimento populacional que vivemos, cientistas dizem que já estamos nos nossos 59 minutos.

O The Test Tube, documentário-video-campanha-narrativa multimídia criado pela NFB (National Film Board of Canada)/Interactive, conta essa metáfora perguntando: O que você faria se tivesse 1 minuto extra?

Um vídeo com David Suzuki, um premiado cientista-ambientalista, inicia na tela, enquanto Tweets que contêm a palavra escrita por você começam a aparecer. Ao fim da explicação, a reflexão: o que mesmo você faria com 1 minuto extra?

Bom, a resposta campeã no site é… dormir.

E, mea culpa, eu usaria um minuto extra para: sorrir. Pois é, o mundo lá acabando, e eu sorrindo… Junto com um tanto de gente twittando sobre seus próprios sorrisos.


Ps. O site vale a visita tanto pela mensagem quanto pelo visual gráfico e pela narativa multimídia.

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400 novas narrativas

O jornal espanhol La Informacion.com (jornal ou “hipermídia e monitor semântico de informação em tempo real”, como eles se definem) publicou um compilado de 400 trabalhos realizados no último ano pelo depto de Novas Narrativas. Os infográficos são separados por interativos, serviços, jogos, etc.

A reportagem sobre a série de livros/filmes Millennium, por exemplo, mostra a relação entre os personagens da trama, o mapa dos lugares que aparecem na história e uma seção para trailers e extras. Imagina quantos acessos não teria um infográfico assim para cada nova novela brasileira?

Legal também o site ter em todas as reportagens a opção “Ler mais tarde”. É só escrever seu e-mail e receber em seguida o link da matéria em sua caixa postal.

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Quanto vale seu site?

O site BizInformation.ca usa informações de número de acessos e links externos para dizer quanto vale um site. A avaliação inclui pageviews e visitantes diários em um gráfico, distribuição dos visitantes por cidade/país e se o número de acessos (comparando de 1 dia a 3 meses) tem subido ou caído.


Interessante como a Internet realmente exige conteúdo PARA INTERNET para gerar valor a revistas online. O site da Wired, que trata diretamente de tecnologia e aposta em conteúdo multimídia, tem uma avaliação de 41.85 milhões de dólares, enquanto o da The New Yorker, que não tem foco em web mas também está digitalmente a frente, com app para i-Pad por exemplo, vale US$5.17 milhões.

Outro fator interessante de valorização: as revistas brasileiras em meios digitais, com um número alto de visitantes (proporcional à população brasileira), ganham bem mais valor que muitas “marcas” consagradas internacionalmente.

Na disputa nacional,Veja.com.br (#19 no ranking brasileiro) vale US$23,33 milhões enquanto o site da Época vale US$108,46 milhões e é #7 no ranking.

*Link indicação da Marina Silva/TunedintheEconomy.wordpress.com

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Nuit Blanche digital

Ontem foi dia de Nuit Blanche em Toronto, uma espécie de Virada Cultural focada em arte contemporânea/visual e beeeeeeem mais meia-boca que a versão paulista. Mas o que achei legal foi ver o quanto interação por celular já está fazendo parte desse tipo de projeto por aqui.

O público podia enviar fotos e comentários por Twitter, mensagem de texto e e-mail, para o site do evento, que, no dia, tinha quase toda a página principal destinada às mensagens que recebiam. Algumas tendas também foram montadas pro público fazer o upload das fotos tiradas durante o evento para o site.

Uma grande parte das pessoas andava com o celular na mão o tempo todo, compartilhando o conteúdo, mas também se guiando pelo aplicativo com o guia do evento, disponibilizado para baixar no site do Nuit Blanche.

Entre os projetos, alguns exploraram interatividade e projeções em tempo real, um deles projetava os Tweets enviados pelo público sobre o que acham da cidade:

E a instalação Light Up the Night: At Different Angles, que usou 4 telas lado a lado, interagindo textos , vídeos e muitos ícones gráficos, contou a história da comunicação através da evolução da tecnologia:

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