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Guia do bem

Comprar pode ser um ato mais inteligente do que comparar qualidade e preço. Com uma ajudinha do GoodGuide.com.

Ajudar a identificar produtos seguros, saudáveis, verdes e éticos, baseando-se em valores científicos, é a proposta do site. Avaliando produto por produto, com auxílio de especialistas de diversas áreas, são atribuidas notas de acordo com a responsabilidade com a saúde, o meio ambiente e a sociedade.

Você ainda pode fazer a busca entre os produtos selecionando os critérios que mais importam a você. E carregar essas informações na hora de fazer compras: um aplicativo do site para celular permite que, fotografando o código de barras de um produto, você veja a avaliação e se o produto se enquadra em suas preferências.

As informações estão aí, só precisamos ter atitude para colocá-las em prática.

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Cerveja esperta

Quando um simples porta-garrafa se transforma em uma comunicação entre cliente e garçom:

Leventando a lingueta verde (onde está escrito “outra”) você dá um sinal, sem ter que chamar ninguém, de que está pedindo outra cerveja.

Simples, de baixo custo e eficiente.

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Vale mais: o que você sabe ou o que você faz?

“Em 2008, 70% das exportações americanas estavam relacionadas a conhecimento e só 30% com os outros fatores de produção, como terra, capital, trabalho, energia e matéria-prima”, diz Marcos Cavalcanti, citando pesquisa publicada pelo Institute for the Future no programa Café Filosófico CPFL, da TV Cultura.

O exemplo dado por ele é o valor de um avião. Apesar do custo de material, mão-de-obra, produção, o grande custo é para se ter o conhecimento de como produzí-lo. Nós não vivemos mais um uma sociedade industrial, o conhecimento é o fator principal para se gerar riqueza.

E isso influencia não só o comércio, mas a maneira como vivemos. “O que eu tenho que fazer em um País, é contruir estradas? Ou investir em educação? É investir nas relações humanas?”

E quando valorizamos as relações humanas, estamos falando além dos negócios em convívio social e crescimento a partir disso. O professor defende uma visão sistêmica, quando você pensa não em você, mas no todo, tem um pensamento global.

“Isso é mudar a visão de mundo, a maneira como se enxerga a realidade.” Uma realidade baseada em conhecimento, que valoriza a capacidade de cada ser humano e que pode ser bem mais equalitária.

Quem quiser ver a palestra na íntegra, cá está.

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