Arquivo do mês: novembro 2011

Inteligência urbana

Uma reportagem com o Brasil como exemplo de solução de transporte público está na edição de novembro da Fast Company. Estranho ver o País em uma publicação internacional exatamente sobre isso, mas a ideia é boa.

O destaque são os ônibus em Curitiba. Segundo a revista, eles transportam 2,3 milhões de pessoas diariamente e para isso, utilizam uma tecnologia que envia sinais aos faróis de trânsito, instruindo-os para que fiquem verde. Assim, os ônibus param em menos intersecções e as viagens tornam-se mais rápidas.

A ideia, alem de estar na revista, foi case na feira Intelligent Cities Expo, que aconteceu este mês em Hamburgo, Alemanha.

Outros cases apresentados na feira são o pagamento por parte dos motoristas solitários de Atlanta para andarem nas faixas destinadas a carros com mais passageiros, e, em Amsterdan, o plano de eliminar completamente os carros movidos a combustível até 2040 – com o detalhe que só hoje o País já possui mais de 100 postos de recarga para carros elétricos.

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É brincadeira…

Falei aqui uma vez de uma ação que transformava em algo mais divertido o ato de jogar um papel no lixo. Há outras tantas possibilidades, nas ideias do grupo francês Démocratie Créative.

O nome do projeto é Spielplatz (Recreio, em alemão) e a proposta é a de transformação criativa dos espaços urbanos, com amarelinhas, marcações de basquete, labirintos e até marcações para saltos, desenhadas pelas ruas da cidade.


Uma proposta para além de educar as pessoas a não poluir. Uma proposta para causar alguns sorrisos na vida cotidiana.

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Todo lugar é lugar

Em uma embalagem, não há definições de espaço do que pode e do que não pode virar comunicação.

As concorrentes Ambev/Guaraná Antarctica e Coca-Cola (não sei qual primeiro) personalizaram suas latinhas até no código de barras.

Já repararam?

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Pro blog ou pro jornal?

Onde cabe a descrição de um jornalista sobre a subida da polícia ao morro do Vidigal? No blog pessoal do jornalista ou em um jornal?

Quem viu a matéria da Folha, escrita por Artur Voltolini, deve ter se surpreendido com um texto autoral em meio às notícias do dia, mas, também, imagino que se surpreendeu pelo bom conteúdo.

 

E, enquanto isso, os textos de um blogueiro – http://ottrio.wordpress.com/ – eram utilizados como base de matéria jornalística de uma agência de notícias internacional:

Acho uma bobagem dizer o que é texto para um blog e o que é texto para outras mídias. Os jornais ganhariam mais leveza e proximidade se dessem mais espaço a textos no formato desse hoje publicado.

O cuidado é que ele tenha uma descrição clara se for texto opinativo, não notícia, ou seja, caso não siga as mesmas diretrizes de apuração e edição do restante do jornal.

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Cabe infografia aqui?

Espera-se ver infográficos em uma Super Interessante, em uma Galileu, até em uma Época. Mas em uma Casa e Jardim, confesso que não esperava.

A boa surpresa veio pela Mostra Nacional de Infografia 2011, material compilado por Mário Kanno e Lucas Toffoli (disponível para download aqui), com as duas infografias abaixo:

Redescoberta dos gostos do Brasil


E Enciclopédia do Chá:

 

E o site da Revista está agora com outra info que achei genial, um jogo a la Onde está o Wally para localizar móveis de designers famosos:


“A infografia bem apurada, tecnicamente bem estruturada, planejada e executada tem cada dia mais espaço em qualquer uma das plataformas do mundo da informação”, defende Fábio Marra, Editor de Arte da Folha, em artigo escrito para a Mostra.

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Menos opinião

Enquando a mídia online burbulha com opiniões das mais diversas fontes sobre a ocupação da reitoria da USP por estudantes, que terminou hoje, um jornalista/infografista lembrou de que a questão era informar, mais que opinar:

O infográfico mistura a ilustração do mapa do local com fotos e segue uma sequência de 5 passos, com cara de álbum de fotos mas com as legendas narrando os fatos.

Enquanto todo mundo se preocupava em reportar com “fulano disse isso”, “cicrano disse aquilo”, o infográfico cumpriu o papel de mostrar os fatos pontuais do que estava acontecendo.

Acho apenas que os números levantados podiam ter sido melhor aproveitados visualmente. Mas com o tempo que se tem para produzir uma pauta em meios online, já é querer demais.

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Qual a cara (e a cor) do seu currículo?

O Vizualize.me lançou uma ferramenta de visualização de currículo, linkada ao LinkedIn (dica de @rodrigostoqui).

Genial! Primeiro porque a chance de um currículo diferente passa a ser uma opção a todos, sabendo ou não diagramar uma página diferente.
Segundo porque comprova o fato de que a visualização ajuda (muito) a entender as informações, ver padrões e, até mesmo, corrigir erros – o que aconteceu comigo. Foi só vendo meu currículo nesse formato que percebi que havia datas sobrepostas de dois trabalhos, que meu cargo em destaque no LinkedIn não era como eu queria que estivesse… Ou seja, a visualização escancarou as informações que estavam nele.

O site ainda oferece uma dashboard para você compartilhar e verificar quanto seu CV é acessado e as principais informações sobre esses acessos.

Quem quiser testar (recomendo), é só conectar seu perfil do LinkedIn aqui.

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