Arquivo do mês: maio 2012

Humor, em sequência

Peças publicitárias deveriam ser mais vezes pensadas em formato continuo, como a campanha (não sei se é assim que a classificam) #TiposDeBis, no facebook  e no Twitter da marca.

A brincadeira de classificar os tipos de Bis, além de bem humorada, dá sequência para as pessoas inventarem as próximas imagens, espalhando pela web suas ideias e mantendo viva a divulgação da marca.


Com uma ideia que gere continuidade, sequência, o prazo de validade da campanha se amplia. Passa a ser aquele que a imaginação da empresa (e de seus publicitários e consumidores) permitir.

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Tem audiência? Onde?

Nunca achei muita graça no Twitter, mas acho os trend topics (temas mais comentados) um exemplo genial da agilidade da informação na web – e de sua diferenciação de mídias tradicionais. É óbvio que muitas vezes os assuntos mais comentados no Twitter são pautados pela TV, mas, outras tantas, eles surgem do próprio contraste que existe entre essas duas mídias.

O trend topic (TT, para os íntimos) mais comentado agora de noite em São Paulo é o “record 1.2“.

Pois é, a TV Record estava agora de noite com 1.2 ponto no Ibope. Às 21h57, de acordo com o site NetBrasilAudiência, os números eram:

 :Globo:42.8  :SBT: 5.4  :Band: 2.7  :Record: 1.2 :RedeTV:1.0

E, assim, a emissora de TV que tanto precisava de alguns pontinhos a mais no Ibope ganhou a liderança dos temas mais comentados online e uma visibilidade maior que qualquer tela tradicional de TV hoje poderia lhe dar.

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Interatividade pronta para usar

Quando algo que poucos dominam passa a ser acessível e visando o uso em massa, é sinal de que não há mais dúvidas sobre os resultados que pode gerar. É o caso dos códigos prontos em Flash disponibilizados pelo Mediamind.com para adicionar rich media (principalmente interatividade) em propagandas e conteúdos jornalísticos.

Há, por exemplo, códigos prontos para mudar a tela de acordo com a movimentação do mouse, outros para face detection (quando a câmera do computador ou celular identifica o rosto do usuário) e também para realidade aumentada (falei um pouco sobre isso aqui e aqui).

Facilidades tecnológicas como estas abrem um milhão de possibilidades para os projetos de comunicação que uma empresa pode realizar. E é um fato que cada vez mais a rich media será procurada não só pelos publicitários mais antenados, mas pela massa de leitores padrão brasileiros.

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No ouvido de cada um

Estava agora procurando a letra de uma música para trocar impressões/interpretações sobre ela com um amigo e me deparei com o site Analisedeletras.com.br (e seu Twitter: @analisedeletras). Como uma mesma letra de música pode gerar interpretações completamente diferentes para cada pessoa, não?!

No site, os comentários de leitores são divididos por música, que por sua vez são classsificadas pelo nome do artista. Na página inicial ainda aprecem os comentários mais recentes e um botão para as músicas mais comentadas:


Falta ao site uma “cara mais comercial” e talvez uma seleção das respostas mais interessantes enviadas pelos usuários ou a possibilidade de votação destas. Mas, no geral, achei ótima a ideia de abrir esse diálogo, de promover a comunicação e a troca sobre as interpretações que cada um de nós podemos ter.

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Quem diz como um site deve ser?

Estamos acostumados com sites tão quadrados e iguais que, quando uma marca aposta em um formato diferenciado, já ganha nossa atenção – independentemente de oferecer um conteúdo aprofundado ou diferenciado também.

Os sites da Pepsi, no Brasil e nos EUA, quebraram o que se espera visualmente de um site intitucional:

http://br.pepsimundo.com

Parecendo formado por banners sobrepostos, o site apresenta as promoções da marca que estão em vigor e tem em posição de destaque o compartilhamento em mídias sociais. O conteúdo é dividido em seções nada óbvias: Diversão, Promoção, Produtos e Música.
www.pepsi.com

Nos EUA, o formato também destaca as imagens, mas linkadas à notícias, não à publicidade. Essas fotos, aliás, intercalam o produto à imagem dos consumidores com os quais a empresa quer associar a marca. O destaque para mídias sociais continua, mas com foco só em Facebook e Twitter. No conteúdo, um pouco de tudo: novidades sobre o produto e muitas notícias, de lançamentos musicais à lista de filmes que devem ser evitados no dia das mães, aproveitando a data e dialogando com uma linguagem jovem e muito mais solta do que esperaríamos ver em um site institucional.

Apesar dos dois sites serem bons exemplos, talvez a diferença entre eles reflita o que o consumidor espera de uma marca em cada País. Aqui, queremos conhecer as promoções, participar. Lá, eles querem notícias e ser parte de um estilo de vida. Qual você escolheria?

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Ganha quem oferece mais informação

A Livraria Cultura está longe de ser o local mais barato para comprar CDs e DVDs mas, em seus detalhes, muitos deles relativos à Comunicação, faz valer os gastos extras.

Na área de DVDs da livraria, um monitor, acoplado à máquina de leitura do preço, oferece as informações completas do produto verificado:

Informações básicas da obra, uma sinopse e até trechos do vídeo aparecem na hora para o cliente. O programa também indica outros produtos e lista os mais vendidos na loja. Uma coisa leva à outra e, com certeza, novas compras surgem a partir daí.

Podia apenas ter também a possibilidade de interação, por exemplo, com a avaliação do produto sendo compartilhada pelos clientes da livraria (Ponto para as livrarias virtuais!).

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Se, ainda assim, faltar informação, a Revista da Cultura – distribuída gratuitamente nas livrarias – completa e aprofunda os temas dos lançamentos vendidos no local.

A publicação, um exemplo de revista corporativa com conteúdo de qualidade, pode ser também assinada via site, baixada para iPhone e iPad ou lida no próprio site da Livraria Cultura.

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O poder de um like

Um “curtir” faz crescer barbas. Ao menos no outdoor da marca de calçados Bronx Men’s Shoes, na África do Sul. Cada “curtir” na fan page da marca aumentava um pouquinho a barba do sujeito:

*Dica de Rodolfo Dallacqua
 

Conectado com um aplicativo disponibilizado na página da empresa, os likes faziam com que cordas pretas ficassem um pouquinho mais expostas no outdoor. Em 48 horas de campanha, 550 novos fãs aderiram à fanpage da Bronx, de acordo com o site OlharDigital.com.br.

A notícia, por outro lado, me fez lembrar de um convite de aniversário visto há pouco tempo, que a pessoa pedia que os convidados não dessem “likes”, mas sim estivessem presentes.
Para movimentos sociais organizados principalmente contando com o Facebook, os “likes” também devem ser um tanto frustrantes ao se comparar o número de apoiadores online com o número de participantes na vida real.

“Curtir”, por um lado, traz poder. Por outro, o tira.

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