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Flashmob de cultura

A palavra flashmob, por si própria, causa em mim uma certa repulsa. É a imagem de um monte de gente junta, fazendo algo que não serve pra coisa nenhuma.

Mas eu sei que estou errada em ter essa visão – e uma campanha publicitária de um banco (indicada por @ro_dallacqua) me fez relembrar disso:

O banco Sabadell, da Espanha, para comemorar seu 130º, realizou esse flashmob como homenagem à cidade onde nasceu. Nele, uniu mais de 100 músicos no meio de uma rua movimenta para um concerto ao ar livre.

Uma boa surpresa para quem estava no local e uma ótima propaganda para o banco.

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O que é rádio mesmo?

Não é rádio, mas é como se fosse. Não é rede social, mas é como se fosse.

A 8tracks.com se define como uma “rádio, redescoberta”. O que ela faz é te apresentar uma lista de músicas (ao menos oito) de acordo com um gênero musical, nome do artista ou estado de espírito.

Você pode ouvir a sequência sugerida ou mixar uma nova sequência. Aí entra a parte “rede social”. Quem tiver paciência, faz cadastro, cria sua conta, adiciona os mixes próprios e as faixas favoritas em seu perfil – e começa a colecionar followers.

Para os mais apressados, a busca rápida já resolve a questão, podendo também ser feita por combinação de estilos e humores. Uma versão para iPhone e outra para Android também facilita ouvir a “rádio” quando bem entender.

Quem sabe quem começou a busca por “sad” (triste), no final de 8 músicas já não mudou o humor?

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No ouvido de cada um

Estava agora procurando a letra de uma música para trocar impressões/interpretações sobre ela com um amigo e me deparei com o site Analisedeletras.com.br (e seu Twitter: @analisedeletras). Como uma mesma letra de música pode gerar interpretações completamente diferentes para cada pessoa, não?!

No site, os comentários de leitores são divididos por música, que por sua vez são classsificadas pelo nome do artista. Na página inicial ainda aprecem os comentários mais recentes e um botão para as músicas mais comentadas:


Falta ao site uma “cara mais comercial” e talvez uma seleção das respostas mais interessantes enviadas pelos usuários ou a possibilidade de votação destas. Mas, no geral, achei ótima a ideia de abrir esse diálogo, de promover a comunicação e a troca sobre as interpretações que cada um de nós podemos ter.

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Negociações culturais

O que você fazia alguns anos atrás quando comprava ingresso pra um show, caríssimo, aí descobria que bem nesse dia ia ter uma viagem a trabalho, outro compromisso ou o que for?

Chorava.

Hoje, a solução é simples: o site “Comprei e Não Vou“.

No site são publicados, pelo próprio vendedor, os detalhes do ingresso e seus contatos (também com o Facebook do vendedor, o que garante uma certa segurança).

Para o show do Pearl Jam em São Paulo, que começou há pouco, ainda há ingressos no site, em preços e setores que vão de 90 a 1300 reais.

O cuidado é só para o site não virar uma ferramenta para cambistas, mas sim, se firmar como uma ferramenta para ninguém ficar com um ingresso na mão enquanto há outra pessoa desesperada pelo mesmo pedaço de papel.

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Rock in Ação

O Rock in Rio está aproveitando o alcance de seu nome e imagem para fazer algo que tantos outros shows e festivais poderiam fazer: colocar em prática ações sociais relacionadas ao universo da música.

O site do evento virou um ponto de conexão entre ONGs (solicitando a doação de instrumentos musicais) e pessoas e empresas que queiram colaborar.

Além disso, a iniciativa mais diferente é um curso de Luthieria – construção e manutenção de instrumentos musicais – sendo oferecido de graça para 40 jovens. As aulas serão oferecidas, durante 6 meses, no Centro de Referência da Juventude da Providência (CRJ), uma das comunidades pacificadas do Rio.

Enquanto empresas pagam milhões pra terem suas marcas presentes no site do evento, é bacana ver que algum espaço está sendo reservado para o lado não-comercial da música.

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Musicalidade tecnológica

Tocar um instrumento para passar o tempo, sem instrumentos.

Essa proposta está no Garage Band, para iPad. O aplicativo simula instrumentos musicais, como um violão, reproduzindo até mesmo a intensidade e velocidade com que “toca” as cordas virtuais.


No You Tube, a interatividade é o diferencial do canal IntrumenTube. Você pode tocar baixo, guitarra, piano… até xilofone online:


Achei bacana que esses instrumentos abrem uma possibilidade de música como diversão, para um público geral, como fizeram os jogos de video-game há alguns anos, mas utilizando diversas plataformas.

Bônus: Um exemplo de que o touch screen irá dominar o mundo da música, todos os aparelhos que você tem em casa e, nesse caso, os DJs. A mesa de discotecagem transparente e multi-touch, produzida pela Smithson Martín (compartilhada por Rodolfo Dallacqua):

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Emotional Internet radio

Qual seu humor? Esse rádio diz quais são as músicas que você quer ouvir. =D

www.stereomood.com

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