Arquivo do mês: julho 2011

Criatividade animada

Para mostrar um trechinho das boas ideias das animações do AnimaMundi 2011:

 

Aliás, assistir aos curtas brasileiros na sequência de animações de outros países é reafirmar o orgulho da nossa produção cultural. Pode às vezes faltar algo mais político, histórias mais sensíveis, mas não tem arte mais criativa que a nossa.

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Mais humor, publicidade!

Para lembrar que um comercial também pode fazer rir, criar uma rede de contatos com a marca na Internet (http://amaldicaodoponei.com.br) e, sem dúvidas, aumentar a presença da empresa na mídia como campanha tradicional nenhuma aumentaria.

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Eu respondo quando eu quiser

Dizem que a geração Y tem um ímpeto de só fazer o que quer, como quer, na hora que bem entender. Um dos conceitos do livro Micromarketing, de Greg Verdino, sobre os marketeiros mais eficientes de hoje em dia é: “Eles deixam o consumidor responder às ações de marketing em seu próprio tempo e de sua própria maneira” (“They let consumers respond to their marketing on their own schedule in their own way”).

Cada vez mais acredito que nada que é imposto é bom, nada que é forçado vai pra frente. Assim, as empresas começam a ser mais flexíveis, relacionamentos começam a ser menos possessivos e comunicadores mais espertos.

As marcas precisam estar disponíveis e próximas ao consumidor potencial, mas nem por isso precisam de um retorno imeditado dele (como resultados a curtíssimo-prazo em produtos vendidos ou em seguidores da marca nas redes sociais).

Quando o conteúdo ou o produto trouxer algo relevante para esse consumidor, no momento em que pra ele aquilo é relevante, ele dará o retorno à marca. Um retorno que pode muitas vezes ser ainda melhor com um elogio nas redes sociais que com a compra efetiva de um produto da empresa.

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Outros conceitos interessantes do livro Micromarketing, de Greg Verdino:

– A presença online de uma marca tem realmente valor quando exerce um papel de “interação pessoal em tempo real”

“The MTV Generation was defined by the content it consumed, the YouTube Generation by the content it creates.”

– Melhor que alcançar uma grande audiência, é desenvolver relações significativas com aqueles relevantes entre a audiência

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Tem certeza que lá é seguro?

O mapa, ou, no caso, internautas conectados mais estatísticas podem responder.

O Wikicrimes.org é um mapa colaborativo, criado para mapear crimes por todo o Brasil. Uma fonte interessante de informação para nós, cidadãos, sabermos onde estamos mais seguros mas também para o governo ir além dos números e enxergar a criminalidade do ponto de vista dos próprios moradores e pessoas que transitam pela região.

O site, criado por Vasco Furtado, professor titular da Universidade de Fortaleza, com participação de integrantes da célula de Engenharia de Conhecimento da instituição, já possui quase 250 mil crimes catalogados por todo o Brasil. Nele também estão notícias e vídeos relacionados aos crimes, além de estatísticas, feitas com informação gerada pelos próprios usuários.

Para ficar atento às áreas mais perigosas em seu Estado, é possível fazer uma busca por endereço ou por tipo de crime, ou apenas explorar o mapa com as áreas de maior “densidade criminal”. Ainda, há como marcar uma área no mapa para receber alertas de crimes cadastrados na região, e turistas contam com tradução em inglês, francês, espanhol e italiano.

Para os que já estão surtando com a violência de onde vivem e querem saber dos novos crimes em tempo real: Wikicrimes Mobile, para iPhone e Android.

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Pagar por minhas páginas no Facebook?

Quanto os sites de redes sociais estão lucrando com cada foto que você coloca em seu álbum, em cada frase que atualiza em seu status? MUITO.

O lucro das empresas de mídias sociais é algo óbvio, mas que raramente paramos para analisar:  quando publicamos um conteúdo qualquer em nosso perfil estamos criando uma nova página online, que abrirá espaço a mais uma publicidade e, consequentemente, mais dinheiro será arrecadado com propaganda.

O MyCube, empresa que está desenvolvendo um modelo que permita as pessoas controlarem melhor (e até monetizar) o conteúdo que publicam em suas redes sociais, criou um infográfico para ilustrar esses valores:

Em um ano, usuários do Facebook compartilham 360 bilhões de conteúdos (links, escritos, fotos etc) o que estima-se que tenha gerado, apenas em 2010 um retorno de 1,86 bilhão ao site.

E quanto mais as redes sociais crescem, mais conteúdo é produzido nelas por indivíduos e empresas, e mais os empresários sentem a necessidade de estarem presentes nesse meio. O lucro de quem controla as redes sociais só aumenta, é bom pensar na possibilidade do lucro dos usuários aumentar também.

 

*Interessante também reparar nos temas dos vídeos que dão maior lucro e os conteúdos mais populares de 2010. Muitos deles, despretenciosamente postados, geraram uma visibilidade enorme para artistas e empresas.

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Mobile à mesa

Uma boa sacada para qualquer comerciante é oferecer um serviço a mais aos clientes ao mesmo tempo que tem algum retorno com isso – além do retorno óbvio de agradar à clientela.

Com o Restorando.com, ferramenta gratuita criada para gerir reservas em restaurantes, os clientes podem fazer pelo site a reserva da mesa, em tempo real, nos restaurantes cadastrados. Com a mesa disponível, eles são avisados pelo restaurante por SMS, para não terem que esperar na porta um minuto sequer.

Cada restaurante pode construir com isso sua base de dados, dar atendimento personalizado e realizar campanhas de marketing com foco nesses clientes. Ao cliente, além da praticidade, cada reserva feita acumula pontos para ganhar jantares grátis.

O site funciona também como um guia de restaurantes, classificados por localização e estilo gastronômico.

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Arte (móvel) tecnológica

Tecnologia é o princípio que move o uso de tablets, como iPad e afins.  Mas, com uma tela expandida e touch-screen, as possibilidades de arte e de jogos no aparelho não são poucas. Tanto que o File (Festival Internacional de Linguagem Eletrônica) criou este ano uma divisão específica para os aparelhos, o File Tablet.

Entre as criações para tablets estão:

Singing Fingers, de Jay Silver e Eric Rosenbaumem, em que você cria imagens coloridas enquanto ouve uma música ou canta e, em seguida , pode “tocar” ou “remixar” suas imagens com um ou mais usuários.

Mugician, de Rob Fielding, simulador de uma guitarra-baixo, que pode também, para mais efeitos, ser utilizado junto a uma amplificador de guitarra.

Gravilux, de Scott Snibbe, que permite desenhar um céu estrelado no tablet, em um mix de pintura, animação, arte, ciência e jogo. A ferramenta permite competição entre usuários e o upload para o Facebook.

Para quem quiser ver “ao vivo”, o File acontece de 19 de julho a 21 de agosto, no prédio da Fiesp, na Av. Paulista, em São Paulo.

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