Arquivo da tag: carreira

Sucesso, de verdade

O sucesso da vida de uma pessoa ou da ação de uma empresa depende de como ela está comunicando seus resultados aos outros (conscientemente ou inconscientemente). Nos dizemos longe do sucesso quando olhamos para um ponto ainda não atingido mas ignoramos tantos outros pontos que conquistamos e que não investimos na devida divulgação.

Uma reportagem publicada pela Época Negócios, selecionou 10 perguntas que indicariam uma pessoa de sucesso:

1. Eu fiz de tudo para garantir que aqueles que eu amo se sintam realmente amados?

2. Será que eu fiz alguma coisa hoje para melhorar o mundo?

3. Será que eu estou condicionando o meu corpo a ser mais forte, flexível e resiliente?

4. Já revisei e melhorei meus planos para o futuro?

5. Será que estou agindo na minha vida privada com a mesma integridade que eu mostro em público?

6. Estou conseguindo evitar palavras e ações duras?

7. Já consegui fazer alguma coisa que realmente valha a pena?

8. Já ajudei alguém menos favorecido do que eu?

9. Já colecionei algumas lembranças maravilhosas até este ponto da minha vida?

10. Já me senti grato pelo incrível presente de estar vivo?

 

Para mim, esses indicadores fazem todo o sentido. Para outros, podem passar longe de serem suas metas.

Nossos indicadores de sucesso somos nós mesmos que criamos. Só precisamos aprender a comunicá-los.

Anúncios

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Crie dimensões

Para quem vê a lista de tarefas diárias engolindo qualquer possibilidade de desenvolver algo diferente, uma solução: sua “to-do list” de todo dia pode ser a própria possibilidade.

É o que propõe um artigo de Bernie Michalik, no site The 99%, e em que eu também acredito.

Ele diz que as tarefas repetitivas podem ficar fora da rotina com o que chama de “pensamento N-dimensional”, e explica:
“Olhe para sua atual lista de coisas a fazer. É como uma linha reta, repleta de tarefas. Em outras palavras, é unidimensional. Mas e se você transformasse cada tarefa em algo mais rico? Algo que gere valor, ou que te ajude a crescer e aprender? (…) Você pode começar associando cada tarefa diária com algo além – em essência, criando outra dimensão.”
A proposta é adicionar às tarefas:
• Valor
Pode ser o valor que ela  gera pra você, pro cliente ou para outra pessoa importante à você. Isso fará uma tarefa estar em destaque na lista, outras perderem a prioridade (e novas tarefas entrarem na dimensão que merecem, não na simples sequência da linha).
• Aprendizado/ Aprimoramento
Se, por exemplo, você precisa fazer um contrato para um cliente que irá contratar um novo projeto, aplicando o “pensamento N-dimensional”, deve pensar o que pode aprender se fizer isso de uma maneira diferente. Neste caso, o usual Word pode ser substituído pelo In-Design, com um design especial sendo criado para o contrato.
Desta maneira, estarão sendo criadas novas dimensões: uma aumentando a eficiência desse documento, outra melhorando os templates de contratos da empresa e uma terceira no crescimento pessoal, por você estar desenvolvendo a habilidade de trabalhar com uma nova ferramenta.

E toda tarefa, por mais básica que seja, tem possibilidades de ser feita de uma maneira diferente.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Quem te indicou?

Ouvi esses dias de um economista que o Brasil está passando de um modelo de contratação “indicado por quem” para um modelo de meritocracia, de valoração pelo trabalho feito, pelo estudo realizado, pelo empenho. Descobrir agora o site oDesk.com (em inglês) me fez repensar em como esse novo mercado de trabalho – que também inclui cada vez mais flexibilidade e uso de ferramentas online – já é uma realidade.

O site é uma plataforma de contratação de serviços pontuais e de grupos online de trabalho; é o contato entre quem precisa de gente para um serviço e quem se dispõe a fazê-lo.

Há serviços variados, como transcrição e tradução, design, TI, vendas e suporte administrativo.

Indivíduos ou grupos de todo o mundo que estejam procurando trabalho se inscrevem no site e decidem prazo e preço de seus serviços. Para quem contrata, a seleção dos profissionais pode ser feita baseada no histórico de trabalho, portfolio, pontuação em testes e no feedback dos usuários.

É o “Quem te indicou?” saindo do julgamento feito por um indivíduo – com suas motivações pessoais ao indicar alguém – para a repercussão de uma opinião coletiva. Muito mais justo, não?

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Corporativo e, sim, divertido

Como uma empresa de RH conseguiu chamar a atenção de 166578 pessoas para assistir um vídeo em que divulga um workshop para profissionais em começo de carreira/geração y? Com uma fórmula bem manjada pela TV e nada explorada pelas empresas: bom humor + mídias sociais.

A empresa, Veralana, gravou um vídeo simulando uma entrevista com um estagiário, cometendo todas as gafes que se tem direito. O endereço do site do workshop aparece apenas em alguns momentos do vídeo, discreto na tela, e não precisa mais que isso. A geração y é curiosa demais e vai chegar até o site da empresa. O mesmo vale para os esforços em espalhar o vídeo, eles farão (assim como eu estou fazendo) isso por você.

Sucesso de divulgação para a empresa e, para os internautas, boas risadas.

Aliás, duvido que alguém aqui nunca tenha imprimido uma folhinha sequer do trabalho da faculdade quando era estagiário…

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized