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Em 2013 eu vou…

Estamos acostumados a fazer listas de Ano Novo, resoluções que nos movem, ao menos nos primeiros dias do ano, a buscar aquilo que desejamos em nossa vida pessoal. Então, porque não fazemos isso com nosso trabalho também?

Não estou falando de reunião de planejamento, nem plano anual, mas sim uma lista pessoal, do que você espera dar e receber de seu trabalho no ano que inicia.

O blog Book Marketing Buzz fez uma versão dessa lista, para os publishers de livros de marketing, com itens como:

– Se promover mais, diariamente, independentemente do tamanho da tarefa realizada

– Melhorar o conhecimento geral sobre o setor em que atua

– Fazer mais networking que no ano anterior

– Fazer três coisas que disse não fazer por falta de tempo

Passamos 1/3 de nosso dia no trabalho, então é bom tentar fazer dele algo cada vez melhor, certo?
Inspire-se e boa volta ao trabalho! ;)

happy new year

 

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O poder do Social Commerce

As redes sociais na internet são, para cada vez mais pessoas, o principal meio de troca de informações. O e-commerce tem hoje cerca de 32 milhões de usuários, com perspectiva de crescer mais 25% em 2012. As mídias digitais, por inovação ou sustentabilidade, são claramente a realidade atual-futura da comunicação.

Essas três áreas, trabalhadas em conjunto, compõe o chamado social commerce.

No artigo de Sid Gantodra, no site Socialmediatoday.com, são 6 as dicas para esse mercado:

Social Proof: mostrar o que outros compraram ou estão comprando, ajuda um indeciso a se decidir

Authority: pessoas com posição de influentes levam uma comunidade inteira a acreditar em suas recomendações

Scarcity: consumidores têm o acesso em primeira mão e as promoções como uma das principais razões para se conectarem a uma marca nas mídias sociais

Like: “Pessoas fazem negócios com pessoas de que gostam”. Nada é mais verdadeiro que isso nas mídias sociais

Consistency: Quando enfrentam o incerto, consumidores tendem a não assumir riscos. Pelo contrário, eles mantêm suas antigas crenças

Reciprocity: Como seres humanos, temos um desejo inato de retribuir favores, independentemente de sermos solicitados a isso. Nos baseamos em generosidade e reciprocidade também para comprar

 

A consultora Regina Garrido completa o assunto, em seu artigo, dizendo que o social commerce vai muito além das mídias sociais. “Um dos grandes objetivos é a interação entre consumidores, e não apenas com a sua empresa (…) é uma conexão relacional que motiva os consumidores a trocar informações, participar e colaborar”.

Os resultados serão muito mais duradouros que o dinheiro de uma venda.

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O sucesso suficiente

As pessoas, cada vez mais, correm por caminhos errados ao buscar o sucesso. E minha ilusão, antes de ler este texto de uma colunista do Financial Times, era estar alheia a esse problema.

Não estou eu nem ninguém que eu conheça.

De que adianta buscarmos de maneira saudável o sucesso pessoal enquanto, o tempo todo, apoiamos o sucesso dos outros sem saber a que custo?

O texto da colunista do Financial Times dá o exemplo de um sushi man que dedicou sua vida – e a dos filhos – à perfeição de fazer um bolinho de peixe e arroz; e o de Victoria Pendleton (foto), medalhista de ouro olímpica que, tendo dedicado a vida ao ciclismo, viveu um sonho que era de seu pai, não dela, e passou por momentos de tanta pressão que tentou cortar os pulsos.

Victoria Pendleton

Aplaudimos os medalhistas de ouro, invejamos os altos executivos e colocamos no topo do pedestal o estudioso-especialista-professor, que aprendeu tudo sobre uma coisa qualquer e que, talvez, por conta mesmo disso, não teve tempo para aprender nada sobre a vida.

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Mais de uma voz

Para quem tem a ideia (equivocada) que escrita é uma comunicação de mão única, um bom exemplo. O livro  de Stuart Diamond sobre estilos de negociação – adotados pelo Google para treinar seus funcionários em todo o mundo, aliás – começa com um pedido:

– Teste o que o livro ensina e me conte os resultados, em http://www.gettingmore.com.

Além de “soar” bem abrir esse canal com o leitor, a atitude tem relação com o que o livro ensina sobre colaboração e, também, uma segunda intenção: colher conteúdo.

O livro, que já alcançou a lista de mais vendidos do New York Times, foi escrito com base em depoimentos ouvidos pelo Stuart Diamond, que é professor, em suas classes, sem custo algum.

Dar chance para o leitor falar não é só ser simpático, é ser esperto.

Concordam?

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Já desenhou seu fim de semana?

Design não é só desenho, é a sua conexão com arte, arquitetura, urbanismo, decoração, inclusão social, agregação de valor e inovação tecnológica.

Sobre esse pilares, amanhã, dia 23 de agosto, começa a Design Weekend (DW!), que acontece até dia 26 na cidade de São Paulo.

O festival é composto por dezenas de eventos independentes, simultâneos,  alguns gratuitos outros não, integrados por um “Programa Oficial”.

Além das informações do evento, o site traz notícias gerais relacionadas ao tema e, um detalhe interessante, o destaque para a seção Instagram, com fotos de alguns locais-chave da arte e do design paulistas:

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Design Thinking para quebrar barreiras

Três questionamentos para serem feitos a partir do Design Thinking (e a partir de pontos colocados por André Coutinho na palestra que ele ministrou hoje sobre o tema, na Business School SP):

1- Por que não apostamos naquilo que é possível, mas apenas no que é provado?
Hoje as empresas definem seus projetos pelo planejamento de retorno financeiro de uma ideia. Mas como uma ideia original pode ter essa comprovação? Nessa caso, parece óbvio que as decisões devam ser tomadas por aquilo que a ideia traz de possível, por sua validez, não?

2- Por que não aceitamos que o projeto ideal só será ideal após muita mudança?
Dá vergonha dizer que aquilo que foi apresentado como genial não está dando resultados tão bons assim? Ou que, sim, os resultados são bons, mas pela experiência prática viu-se que um produto/serviço/projeto pode ser ainda melhor com algumas mudanças?
Os engenheiros de software já aprenderam a lançar diversas versões de um produto, até que ele atue da melhor forma possível. Em outras áreas de negócios, nós relutamos a fazer isso por quê? Tudo pode ser aprimorado com modificações, ajustes e adaptações.

3- É bom sair e tirar os outros das zonas de conforto? E assustar?
Designers thinkers dizem que sim. O segredo é acertar a medida, ou seja, apresentar algo que não seja apenas uma incrementação de algo que já exista, mas que também não pareça objeto de ficção científica. O ideal é criar algo que se enquadre na “scary zone” (zona assustadora), ou seja, que fuja da zona de conforto, mas por surpreender, por mostrar um novo potencial.

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Para saber mais sobre Design Thinking: o básico (http://pt.wikipedia.org/wiki/Design_thinking) e um livro que indico (Glimmer – How design can transform your life and maybe even the world). E aposto que a pesquisa sobre esse tema não vai parar por aí.

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Ganha quem oferece mais informação

A Livraria Cultura está longe de ser o local mais barato para comprar CDs e DVDs mas, em seus detalhes, muitos deles relativos à Comunicação, faz valer os gastos extras.

Na área de DVDs da livraria, um monitor, acoplado à máquina de leitura do preço, oferece as informações completas do produto verificado:

Informações básicas da obra, uma sinopse e até trechos do vídeo aparecem na hora para o cliente. O programa também indica outros produtos e lista os mais vendidos na loja. Uma coisa leva à outra e, com certeza, novas compras surgem a partir daí.

Podia apenas ter também a possibilidade de interação, por exemplo, com a avaliação do produto sendo compartilhada pelos clientes da livraria (Ponto para as livrarias virtuais!).

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Se, ainda assim, faltar informação, a Revista da Cultura – distribuída gratuitamente nas livrarias – completa e aprofunda os temas dos lançamentos vendidos no local.

A publicação, um exemplo de revista corporativa com conteúdo de qualidade, pode ser também assinada via site, baixada para iPhone e iPad ou lida no próprio site da Livraria Cultura.

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