Arquivo do mês: maio 2011

Cinema em casa

Estava vendo esta foto da Casa Cor, publicada no Destak:

Juntei com um link compartilhado pelo @viniciusgallo, de um site que publica “cores de filmes”, o Moviebarcode.com:

 

E fiquei querendo agora-já uma casa personalizada, com quadros como o da Casa Cor, mas nas cores dos meus filmes preferidos.

Começaria com uma sala a la Pequena Miss Sunshine :)

E você?

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Embalagens que falam

Tenho me surpreendido e postado aqui mais sobre embalagens – e o potencial delas de comunicação – que eu imaginei que iria. Achei inteligente demais a maneira como o Chiclets Evolution está falando com seu consumidor jovem, usando uma maneira bem-humorada de fazer esse consumidor se identificar.

Esse é só um exemplo das embalagens do chiclete que seguem essa mesma linha.

Aliás, a ideia desse chiclete já por si só merece divulgação: ele começa com gosto de fruta, mais doce, e depois de uns 2, 3 minutinhos começa o gosto de hortelã. Ótimo para indecisos como eu na hora de escolher qualquer coisa, até mesmo um chiclete.

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Criatividade para vender carros

Propaganda de carro costuma ser tão previsível quanto comercial de cerveja, ou pior. E o potencial de criar identidade do modelo do carro com o consumidor, com seu estilo de vida, com um milhão de referências possíveis para trazer valor agregado, fica perdida pelo caminho.

Exceção: as ações/propagandas da Peugeot criadas pela Loducca.

A mais atual, que aparecerá na edição de junho da revista Exame (para assinantes), tem o título: “Bata aqui com força e descubra por que o novo Peugeot 408 traz muito mais segurança.” Batendo na folha da revista,  um mini air-bag é inflado na hora.


A empresa também já tinha feito a propaganda “parafina”, em que a página da revista podia ser retirada e utilizada para passar na prancha.

E, a que eu acho mais genial – pelo local aonde a propaganda chegou – com anúncios escritos em lousas de um cursinho, com foco nos estudantes (sortudos) que em breve vão passar no vestibular e ganhar um carro do pai.

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Corporativo e, sim, divertido

Como uma empresa de RH conseguiu chamar a atenção de 166578 pessoas para assistir um vídeo em que divulga um workshop para profissionais em começo de carreira/geração y? Com uma fórmula bem manjada pela TV e nada explorada pelas empresas: bom humor + mídias sociais.

A empresa, Veralana, gravou um vídeo simulando uma entrevista com um estagiário, cometendo todas as gafes que se tem direito. O endereço do site do workshop aparece apenas em alguns momentos do vídeo, discreto na tela, e não precisa mais que isso. A geração y é curiosa demais e vai chegar até o site da empresa. O mesmo vale para os esforços em espalhar o vídeo, eles farão (assim como eu estou fazendo) isso por você.

Sucesso de divulgação para a empresa e, para os internautas, boas risadas.

Aliás, duvido que alguém aqui nunca tenha imprimido uma folhinha sequer do trabalho da faculdade quando era estagiário…

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Sempre a mesma escolha, sempre as mesmas ideias

A gente cresce quando está fora da zona de conforto, quando está frente àquilo que desconhecemos. Certo? Ceeeeerto. Mas sair da zona de conforto quem é que quer?

Essa característica é da natureza humana, mas tem um reflexo gigante na Internet. Quanto mais informações temos, precisamos de filtros para selecionar o que iremos ver e, por afinidade, acabamos nos mantendo nos mesmos textos, nos mesmos amigos, nos mesmos pensamentos.

Fiquei pensando nisso depois de ler o texto “O excesso de conteúdo ganhou da atenção. De novo.”, publicado ontem por Daniel Sollero no Brainstorm. Ele cita o livro The Filter Bubble, que mostra como ferramentas como Google e Facebook fazem essa seleção de informação – ou restrição de informação – sem nem percebermos. Seguindo nosso comportamento na web, esses sites nos indicam sempre resultados parecidos com o que costumamos clicar, nos mantendo dentro de uma “bolha”.

A nova opção do Gmail, para avaliar e-mails como mais ou menos importantes, é um exemplo dessa armadilha que construímos para nós mesmos. Se você foca a atenção apenas nos e-mails mais importantes – os enviados por seus contatos mais próximos, por exemplo – pode estar perdendo uma chance única enviada por alguém que, até então, não estava na sua lista de remetentes prioritários.

No vídeo do autor do The Filter Bubble, Eli Pariser, no TED, ele mostra ainda como essa bolha ignora a relação entre o que gostamos e o que “temos” que gostar. Não é, por exemplo, porque clicamos em sites de entretenimento que vamos substituir notícias de política e economia pelo novo hit da Lady Gaga.

Achar o equilíbrio (na vida e na web) é complicado, mas é nossa obrigação.

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Uma ajudinha para ajudar

“Quero fazer algum trabalho social, mas não sei onde.” Esse foi meu discurso nos últimos anos, um discurso que já era meio manco e que, agora então, não se sustenta mais.

No site www.voluntariado.org.br, do Centro de Voluntariado de SP, você coloca seu CEP e tem listadas todas as ONGs da região.

É possível restringir a busca também por área de atuação (Assitência Social; Cidadania; Cultura, Esportes e Artes; Educação; Meio Ambiente ou Saúde) e por tipo de público. O site ainda tem informações sobre o voluntariado empresarial e faz o cadastramento de interessados na oficina de orientação “Trabalho Voluntário Organizado”.

Ficou sem desculpas também? Vambora!

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Atenção não se pede, se conquista

Uma campanha para alertar adolescentes a não andarem com facas, canivetes e afins, da Polícia metropolitana de Londres soube como incentiver a participação.

Feito pela AMV BBDO London, um vídeo interativo, “Escolha um Final Diferente” (Choose a Different Ending), foi postado no You Tube mostrando uma típica cena de um adolescente saindo com seus amigos e optando – o vídeo pausa e você escolhe – por pegar uma faca ou não.

Daí, outras escolhas são feitas pelo espectador, como voltar pra casa após o começo de uma briga ou ir atrás de quem a começou, até o momento de utilizar ou não a faca, e como.


Filmado “em primeira pessoa”, e com trechos curtos, o vídeo prende a atenção e, na última cena, dá a chance do recomeço (benefícios do mundo virtual…). E, o mais legal: os jovens que escolheram não pegar a faca automaticamente na primeira opção do vídeo foram recompensados com um download de música free.

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