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Interatividade pronta para usar

Quando algo que poucos dominam passa a ser acessível e visando o uso em massa, é sinal de que não há mais dúvidas sobre os resultados que pode gerar. É o caso dos códigos prontos em Flash disponibilizados pelo Mediamind.com para adicionar rich media (principalmente interatividade) em propagandas e conteúdos jornalísticos.

Há, por exemplo, códigos prontos para mudar a tela de acordo com a movimentação do mouse, outros para face detection (quando a câmera do computador ou celular identifica o rosto do usuário) e também para realidade aumentada (falei um pouco sobre isso aqui e aqui).

Facilidades tecnológicas como estas abrem um milhão de possibilidades para os projetos de comunicação que uma empresa pode realizar. E é um fato que cada vez mais a rich media será procurada não só pelos publicitários mais antenados, mas pela massa de leitores padrão brasileiros.

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Quando a embalagem faz o produto II

Conhecedores de vodka que me perdoem, mas a diferença entre a Absolut (↑) e a Smirnoff (↓) está na garrafa (explicado aqui). Agora,  o novo Hershey’s Mais conquistou esse mesmo posto: ele é um Bis, nada mais nada menos que um Bis. Mas já viram a embalagem?

Os chocolates vêm dispostos em formato de caixa de dominó. O produto, além de irreverente, torna-se “jogável”.

Do ponto de vista da estratégia de marketing, mais ainda interessante por duas razões. Uma que eles atingiram uma faixa etária de adultos bastante ampla ao escolher esse jogo, e tudo que remete a algo da vida do consumidor, principalmente à infância, é certo que funciona.

O outro ponto é a embalagem de fora não ter qualquer referência ao dominó. Assim, quando se abre o produto, as peças coloridas são uma surpresa – que o Bis, em seus 70 anos de vida, nunca pensou em fazer.

 

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Laboratório colaborativo de criação

Um laboratório colaborativo para colocar em prática ideias que juntem tecnologia e interatividade é a proposta do UploadFF, aplicativo de Facebook criado pela agência de comunicação Fischer&Friends e produzido pela produtora digital D3.

Quem tiver um projeto/ideia com o tema central “experiências interativas que ajudem, divirtam ou aproximem pessoas” só precisa explicá-la em um comentário no mural do UPLOADFF no Facebook.

A agência fica responsável por arcar com os valores necessários à viabilização do projeto, enquanto o participante selecionado fica responsável pela coordenação criativa de sua execução.

Não é lá um incentivo pra quem trabalha com isso, já que não tem perspectiva (a principio) de retorno financeiro, mas pode ser bem bacana para ideias com um cunho social.

O projeto começou 21 de janeiro e vai até 21 de dezembro. Dá tempo de postar sua ideia .

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Google Doogle Doo

Que o Google é criativo em seus Doodles – variações do logo na página inicial – é uma unanimidade. Mas, revendo todos os logos já publicados, encontrei alguns geniais.

No Hallowen, a inovação foi a sequência de imagens. Dividido em 5 partes, os logos formaram uma história de mistério do Scooby Doo:

No aniversário de 70 anos de John Lennon, o logo tinha um símbolo de Play que, ao ser clicado, abria um vídeo com ilustrações ao som de “Imagine”:


E o mais legal de todos,  no aniversário de 30 anos do jogo PAC-MAN. O botão “Estou com sorte” virou “Insert Coin” e bastava clicar para iniciar o jogo, guiado, na própria página, pelas setas do teclado:

Ainda é possível jogar, clicando aqui.

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E o jornal virou revista. Digital.

O lançamento The Daily, jornal produzido especialmente para ser lido em iPad, é a descrição da mídia perfeita:
“Tem a profundidade e qualidade de uma revista, mas é entregue diariamente como um jornal e atualizado em tempo real, como a web.”

Publicado pela internacional News Corporation e guiado pelo editor-chefe Jesse Angelo e o publisher Greg Clayman, o jornal foi lançado essa semana, como o primeiro norte-americano produzido para iPad.

Sem custos com papel, o preço pode ser mais baixo. No caso, $39,90 a assinatura por 1 ano, 365 edições, ou 99 centavos de dólar por semana, cobrados diretamente de uma conta do iTunes.

Na descrição do site, o The Daily se propõe a oferecer uma mistura única de texto, foto, audio, video, informação gráfica, dados em tempo-real e conteúdos alimentados por redes sociais.  Essa mistura diz permitir aos editores decidirem não apenas que histórias são mais importantes, mas, também, o melhor formato para entregá-las ao leitor.

Enfim, uma publicação que parece se preocupar realmente em ser multimídia.

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Só mais 1 minuto

Uma única bactéria, se colocada para se reproduzir dentro de um tubo de ensaio cheio de alimento, resultará no fim de toda a comida em 60 minutos. Aos 59 minutos, o tubo estará apenas cheio pela metade. Mas, crescendo exponencialmente, assim como a população mundial, as bactérias só precisarão de mais 1 minuto para preencher o tubo por completo e para a comida acabar.

Como uma metáfora para o consumo e crescimento populacional que vivemos, cientistas dizem que já estamos nos nossos 59 minutos.

O The Test Tube, documentário-video-campanha-narrativa multimídia criado pela NFB (National Film Board of Canada)/Interactive, conta essa metáfora perguntando: O que você faria se tivesse 1 minuto extra?

Um vídeo com David Suzuki, um premiado cientista-ambientalista, inicia na tela, enquanto Tweets que contêm a palavra escrita por você começam a aparecer. Ao fim da explicação, a reflexão: o que mesmo você faria com 1 minuto extra?

Bom, a resposta campeã no site é… dormir.

E, mea culpa, eu usaria um minuto extra para: sorrir. Pois é, o mundo lá acabando, e eu sorrindo… Junto com um tanto de gente twittando sobre seus próprios sorrisos.


Ps. O site vale a visita tanto pela mensagem quanto pelo visual gráfico e pela narativa multimídia.

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A linha interativa

Para quem gosta de curta-metragem de animação, com a pitada a mais da interatividade:

O curta foi criado pelo canadense Patrick Boivin, inspirado na animação La Linea (1969), do desenhista italiano Osvaldo Cavandoli.

Detalhe interessante: a animação La Linea foi primeiro utilizada para uma série de comerciais de uma empresa italiana de panelas-de-pressão; então, ganhou fama, fez parte da programação da Globo na década de 80, ganhou a versão Eroslinea, foi inspiração do clip (Don’t) Give Hate a Chance do Jamiroquai e, ufa, hoje continua sendo comercializada em DVD. Tudo isso partindo da mais simples – mas criativa – idéia de um personagem feito em apenas uma linha.

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