Arquivo do mês: fevereiro 2011

Ecologicamente econômico

Pra que gastar sozinho o que pode ser dividido? Campus Aberto é uma plataforma que auxilia estudantes a organizar caronas, rotas de bike e companhia para dividir o táxi.

Após se inscrever no site, com informações como a faculdade em que estuda, turma, número de matrícula (o que torna bem mais fácil conferir se a pessoa não está mentindo), é só buscar no mapa pessoas que façam um caminho similar ao seu.

Bacana o site ter unido três opções diferentes – e sustentáveis – de transporte. Para quem vai de carro, formando uma base de dados de interessados em dar e receber carona, e, para quem vai de bike, compartilhando dicas dos caminhos mais seguros ou rápidos. E já parou para pensar que dividindo um táxi com mais três amigos você pode ir pra aula gastando menos do que com ônibus e metrô?

Achei inteligente o projeto contemplar uma parcela específica da população. Provavelmente, um site mais abrangente traria problemas de organização, muita informação falsa, etc. E, assim como para esse grupo de estudantes a idéia está dando certo, empresas, escolas (com a participação dos pais dos estudantes, nesse caso) e associações de bairro, poderiam muito bem se aproveitar da ideia.

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Google Doogle Doo

Que o Google é criativo em seus Doodles – variações do logo na página inicial – é uma unanimidade. Mas, revendo todos os logos já publicados, encontrei alguns geniais.

No Hallowen, a inovação foi a sequência de imagens. Dividido em 5 partes, os logos formaram uma história de mistério do Scooby Doo:

No aniversário de 70 anos de John Lennon, o logo tinha um símbolo de Play que, ao ser clicado, abria um vídeo com ilustrações ao som de “Imagine”:


E o mais legal de todos,  no aniversário de 30 anos do jogo PAC-MAN. O botão “Estou com sorte” virou “Insert Coin” e bastava clicar para iniciar o jogo, guiado, na própria página, pelas setas do teclado:

Ainda é possível jogar, clicando aqui.

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Quanto vale seu trabalho?

Falando em trabalho… Curioso pra saber quanto você deveria ganhar pelo que faz? Melhor, quanto ganharia se resolvesse trabalhar nos EUA, Europa ou Japão?

O site Payscale.com (em inglês) faz a busca pelo seu cargo, mostra a média de benefícios recebidos por estes profissionais e qual o perfil do mercado de trabalho para o posto em questão.


É preciso responder a uma série de questões para ter a resposta específica de cada cargo, mas, respondendo só as questões obrigatórias, não custa mais de 5 minutinhos.

Ps. O site usa as informações respondidas pelos usuários para gerar novas respostas. Assim, há o risco de não ser possível ver o resultado do cargo escolhido se ele não tiver ainda sido pesquisado no site.

Ps2. Se alguém souber um site parecido em português, dá um toque?

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Vale mais: o que você sabe ou o que você faz?

“Em 2008, 70% das exportações americanas estavam relacionadas a conhecimento e só 30% com os outros fatores de produção, como terra, capital, trabalho, energia e matéria-prima”, diz Marcos Cavalcanti, citando pesquisa publicada pelo Institute for the Future no programa Café Filosófico CPFL, da TV Cultura.

O exemplo dado por ele é o valor de um avião. Apesar do custo de material, mão-de-obra, produção, o grande custo é para se ter o conhecimento de como produzí-lo. Nós não vivemos mais um uma sociedade industrial, o conhecimento é o fator principal para se gerar riqueza.

E isso influencia não só o comércio, mas a maneira como vivemos. “O que eu tenho que fazer em um País, é contruir estradas? Ou investir em educação? É investir nas relações humanas?”

E quando valorizamos as relações humanas, estamos falando além dos negócios em convívio social e crescimento a partir disso. O professor defende uma visão sistêmica, quando você pensa não em você, mas no todo, tem um pensamento global.

“Isso é mudar a visão de mundo, a maneira como se enxerga a realidade.” Uma realidade baseada em conhecimento, que valoriza a capacidade de cada ser humano e que pode ser bem mais equalitária.

Quem quiser ver a palestra na íntegra, cá está.

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Uma história gráfica

Os 90 anos da Folha levaram à home do Jornal mais de uma maneira visual de contar sua história. Ainda que com artigos um tanto desconectados entre si, o histórico da Folha ganhou uma cara bacana (e, consequentemente, imagino, ganhou também acessos) com o uso de Flash, infografias e imagens.

As reformas gráficas mostram a evolução dos jornais de uma maneira geral e qual a preocupação gráfica da imprensa em cada período:


E o vídeo-infografia mostra o processo de produção do Jornal, de uma maneira muito mais dinânica que um texto poderia descrever:

Só é estranho, com tanto apelo visual, as infografias, fotos e ilustrações serem mostradas no processo editorial apenas após a notícia estar pronta, escrita e editada. Idéias muito mais interessantes poderiam surgir se imagem e texto estivessem conectados desde o início da “linha-de-produção”.

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Confia ou não?

Português é a sétima língua mais falada por usuários da Wikipédia, que dedicam 399.961 views/hora à enciclopédia. Considerando as sete línguas mais faladas pelos usuários, os de língua portuguesa estão em terceiro lugar em views por hora e em número de artigos – mais de 660 mil.

Ainda hoje, saiu uma notícia no UOL dizendo que a maior editora da Wikipédia entre os países de língua portuguesa é uma brasileira. (Aliás, como brasileiros amam redes sociais, a notícia, publicada às 7 da manhã, foi, até as 21h, twitada 241 vezes e recomendada pelo Facebook outras 298 vezes.) A maior editora do site é formada em comunicação visual, mas edita artigos sobre assuntos diversos.

Acho a Wikipédia uma das invenções do século, sou defensora árdua, mas, ao mesmo tempo, não sei dizer o quanto de deserviço ela tem proporcionado. Entre tantos usuários, quantos têm olhar crítico? Quantos param para pensar quem editou, com que conhecimento e com que intenções, cada um dos textos do site? Quanto VOCÊ confia na Wikipédia?

 

Ps. Google Trends mostra uma queda considerável de acessos ao site nos últimos meses. Seria o brasileiro ficando desconfiado e buscando fontes mais precisas?

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Parou por quê?

Falando em trânsito…

Sabe quando você fica horas parado no congestionamento e depois constata que nada à frente tinha acontecido para que ele existisse? Isso tem sim uma explicação:

Um dos carros desacelara um pouquinho, por um montivo qualquer. O próximo desacelera mais quando vê o da frente freiando. O seguinte, mais ainda. E assim o congestionamento está formado.

Para quem só acredita vendo, a The Mathematical Society of Traffic Flow, da Universidade de Nagoya, Japão, reproduziu o estudo acima com 22 carros, todos andando a 30 km/h. O resultado? Congestionamento.


* O link desse vídeo veio do blog do Transito mais gentil, iniciativa bacana da Porto Seguro para incentivar uma atitute mais consciente dos motoristas

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