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Evento digital, colaboração também

Os alunos do Projeto Guri, programa sociocultural que ensina música para crianças e adolescentes, levaram uma experiência interativa ao Campus Party 2012, que termina hoje, no Anhembi, em São Paulo.

O www.mixerguri.org.br é um site criado pelo projeto para quem quiser fazer música de uma maneira diferente e online. De quebra, o site abre a oportunidade das pessoas conhecerem o projeto e colaborarem. Conforme faz uma música no site, ele mesmo já indica um valor (baixinho) para doação e produtos do projeto que podem ser adquiridos online.

No evento, considerado o maior de inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo, o Projeto Guri também realizou uma palestra para contar como foi a experiência de produção do site.

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Novidade, para quem?

Um exemplo banal, mas para se pensar. Ao mesmo tempo em que uma pessoa da minha lista do Facebook compartilhava esta imagem:

Outra já compartilhava uma continuação dela. Esta aqui:

E eu apostaria que nenhuma dessas duas pessoas estava muito à frente na divulgação. Apostaria que as duas imagens já rolaram por tempos em fóruns, grupos de compartilhamento e em outros cantos da Internet.

Às vezes nos preocupamos tanto em divulgar algo novo, em dar furos de notícia, que esquecemos de pensar no que é inédito para o público específico com o qual estamos falando.

E daí que no exterior já cansaram de falar sobre um assunto tal? Se o seu público-alvo não fala inglês, por exemplo, pra ele o assunto continuará sendo inédito.

Tudo depende de conhecer seu público e de ser o primeiro a contar a ele, não ao mundo.

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Arte de rua sem por os pés pra fora de casa

Mais uma vez, ganhar atenção na web não é oferecer tudo, é selecionar o que interessa e abrir novas possibilidades.

Utilizando o Street View do Google, ferramenta aberta na Internet, a agência Loducca fez para a marca RedBull uma seleção de pontos com artes de rua e montou um mapa interativo, no endereço www.streetartview.com.

Nesse mapa, quaisquer pessoas interessadas podem marcar novos pontos com obras de arte e ver os últimos locais adicionados. No primeiro mês, o site teve 3 mil visitas e 4 mil obras registradas no mapa.

Com esse case, a Loducca é a única finalista brasileira no Cyber Lions 2011, concorrendo em duas categorias: corporate information e viral marketing.

O projeto, que criou com a ajuda de cada internauta um museu online único, vencendo ou não em Cannes já é por si só uma vitória dos artistas brasileiros de graffiti com o reconhecimento de suas obras.

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Quem inventou essa ideia?

O sucesso pode estar na criação de uma ideia genial, mas também em utilizar ideias que outros já inventaram, saber aplicá-las, melhorá-las. Às vezes ficamos tão obcecados por inventar algo novo, que esquecemos isso.

Estava procurando um perfil do Eduardo Saverin, o brasileiro co-fundador do Facebook, e fui parar nesse artigo, escrito por ele no site da CNBC. O que chamou a atenção – além do texto insistir na importância do capital intelectual e em que, hoje, qualquer pessoa pode ser um empreendedor – foi um detalhe dos textos da CNBC.

Toda vez que as notícias citam uma empresa, entre parênteses aparece o valor atual delas no mercado de ações e a variação no dia. Ao passar o mouse sobre a palavra, ainda aparece um gráfico com o histórico da ação nos últimos meses.


O uso de links nas palavras, como links de áudios nas aspas dos entrevistados, também não se vê nos sites de notícia brasileiros. A ideia, que usamos na reportagem multimídia Cafundó, não foi nossa, vimos e adaptamos de uma reportagem do site da faculdade de Berkeley, Califórnia. E ela não perdeu seu valor no projeto por causa disso.

Uma ideia simples, como a da CNBC, diferenciou o site das demais publicações focadas em economia; uma ideia como a que três anos atrás copiamos/adaptamos para a reportagem sobre o Cafundó, também já poderia ter sido utilizada em outros sites, melhorando ou completando a maneira de se passar uma informação.

Como mostra a própria história da fundação do Facebook, ideias nem sempre são tão originais quanto pensamos que elas são, mas servem para inspirar outras, serem aperfeiçoadas e render muito se bem utilizadas.

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Aceita cheque?

Conforme-se. Ninguém mais aceita. A não ser o The Playcheck, uma galeria virtual que convida a uma nova utilidade para as folhinhas.

Para inspirar a criatividade, alguns dos já publicados:

Check Up - Albino Camargo

Cheque sem fundos - Cristiano Franco

Checlets - Fabricio Souza

Armadilha - Ulisses Razaboni

Check Norris - Bruno Trad e Felipe Branquinho

Teve uma ideia? É só mandar a arte para theplaycheck@gmail.com.

Vontade de criar um site semelhante para listas de telefone…

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Espalhe

“Pare de pensar sobre produtos, serviços e processos. Pergunte-se, ao invés disso, como você pode tornar-se viral, não em termos de marketing, mas em termos de produção, distribuição, definição de preço, logística e até prestação de serviços”

O conselho é do blog do estrategista econômico Umair Haque, da revista Harward Business Review, que dá como exemplo de serviço viral uma ferramenta mobile de transferência de dinheiro. O M-Pesa, utilizado no Kenia, facilita pequenos empréstimos e o pagamento desses, na hora, diretamente entre o celular de uma pessoa e outra.

Outro exemplo de viral business, que já falei aqui, o Catarse.me, por exemplo, utiliza ao máximo a “viralidade” própria da Internet para levantar fundos a projetos pessoais e profissionais.

by Whitney Amelia Frederick

O estrategista defende que a viralidade está ligada à possibilidade de feedback, o grande diferencial do mundo hiperconectado em que vivemos.

Marcas mudam de acordo com o feedback dos consumidores, sistemas ouvem cada vez mais seus usuários e nada melhor para colocar um produto no mercado do que o bom feedback de quem já o utilizou.

Do outro lado, um Reclameaqui.com realmente resolve, a citação da empresa em uma reclamação no Twitter é garantia de resposta, e assim por diante. Para a felicidade ou tristeza das empresas, mais do que nunca uma voz passa a ser várias, e a se espalharem, num piscar de olhos, por aí.

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Ih! Enviei!

Foi mandar email pra uma amiga e acabou enviando pra chefe de mesmo nome? Ou enviou o convite pra festa pra todo mundo mas esqueceu bem aquela amiga que não te perdoaria nunca pelo esquecimento?

“Don’t forget Bob” (Não esqueça o Bob) e “Got the wrong Bob?” (Foi o Bob errado?) são dois implementos que foram desenvolvidos pelo Gmail Labs para evitar as tão comuns confusões descritas acima, e que estão agora disponíveis para todas as contas de Gmail

O primeiro deles, Não esqueça o Bob, aparece logo abaixo do destinatário, como uma sugestão de inclusão. O “also include” mostra nomes de algumas pessoas que você costuma enviar mensagens em grupo.

A segunda funcionalidade, Foi o Bob errado?, indica – no mesmo local do e-mail, abaixo do destinatário – se não deveria substituirpor alguém com uma pessoa de nome similar, que costuma estar no grupo para o qual você está enviando a mensagem.

Em ambos os casos, é só clicar no nome da pessoa para que ela seja incluída ou substituída.

No blog do Google, eles pedem para que as pessoas enviem o feedback dessa mudança utilizando o “@gmail” em suas mensagens do Twitter. Feedback obviamente positivo, já que muita gente deverá ser salva das gafes graças a essa ideia.

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