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Participa?

Os jornais, principalmente em suas versões online, têm os leitores (muitos deles ávidos por interação) nas mãos e pouco lembram disso. A Folha foi esperta em permitir a participação desses para coletar material e informações sobre a história de São Paulo, quando a cidade está prestes a completar 458 anos.

No site do jornal, você localiza em um mapa seu endereço, escolhe uma palavra que você mais associa com São Paulo e comente sua história com a cidade, podendo também anexar uma foto sua no local.

Para quem prefere ficar nos bastidores, já estão disponíveis no site os pontos marcados pelos leitores e as palavras mais recorrentes sobre São Paulo:

Por enquanto (que bom!), a vencedora é “diversidade”. Pouco à frente da já também popular “violência”…

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Troca?

O nome do site trocandolivros.com já explica, né?

Este não deve ser o primeiro nem único site para promover troca de livros mas gostei pela praticidade.

Tudo que você precisa é fazer um cadastro (de menos de 10 segundos) e criar a lista de livros que tem para oferecer. Quando alguém escolher seu livro, você o envia pelo correio e ai ganha o crédito de escolher 1 livro no site.

Dá pra escolher pelo título ou ver as opções por categoria.


E pra quem quer ir além de livros… O Xcambo.com.br tem o mesmo objetivo, mas pra trocar tudo o que bem entender!!

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400 novas narrativas

O jornal espanhol La Informacion.com (jornal ou “hipermídia e monitor semântico de informação em tempo real”, como eles se definem) publicou um compilado de 400 trabalhos realizados no último ano pelo depto de Novas Narrativas. Os infográficos são separados por interativos, serviços, jogos, etc.

A reportagem sobre a série de livros/filmes Millennium, por exemplo, mostra a relação entre os personagens da trama, o mapa dos lugares que aparecem na história e uma seção para trailers e extras. Imagina quantos acessos não teria um infográfico assim para cada nova novela brasileira?

Legal também o site ter em todas as reportagens a opção “Ler mais tarde”. É só escrever seu e-mail e receber em seguida o link da matéria em sua caixa postal.

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O poder de ignorar

Ignorar: uma das mais valiosas experiências que produtores de conteúdo online podem levar ao leitor.

Explico, com dois exemplos que me deparei hoje:
1º Reportagem multimídia do NYTimes.com, “Anatomy of a Scene: ‘Carlos’”:

A interatividade – e novidade – dessa reportagem está justamente na escolha que o leitor pode fazer para ouvir a resenha do jornalista (rolando a barrinha para Scott’s analysis) ou simplesmente ignorar os comentários  e ouvir os trechos escolhidos do filme (rolando a barra para Scene studio).

É possível ouvir apenas partes dos comentários ou sobrepor filme e análise, com o destaque no som que o leitor preferir.

2º Explicação do editor online da Toronto Life,  Matthew Fox, sobre como o Twitter da revista está captando seguidores que não necessariamente acessavam o site da revista:

“Ao publicar no microblog as reportagens da revista (algumas por dia, durante todo o mês da edição) cria-se a oportunidade do leitor ter um acesso direto aos conteúdos, selecioná-los e…  ignorar boa parte deles.”

Ele acredita que esse foi um fator importante para atrair os 60 mil seguidores que o Twitter da revista conquistou em 6 meses (lembrando que estamos falando de Toronto, 2,5 milhões de habitantes; não São Paulo, com seus mais de 11 milhões).

>> Outro fato exposto pelo jornalista: o tempo médio de permanência do leitor por página na Internet é de 15 segundos. Ou seja, quando navegamos estamos ignorando praticamente todo o conteúdo das páginas que acessamos. Ignorando… ou focando, como preferir chamar.

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Ajude um reporter você também

Quem for jornalista aposto que vai vibrar comigo e fazer figas para uma versão brasileira: HARO – Help a Reporter, uma espécie de “banco de dados” de fontes para entrevista na Internet.

Para quem não for jornalista, é a chance de ser o próximo entrevistado na mídia e, sem gastar um centavo com assessoria de imprensa, alanvancar sua empresa ou prestação de serviços.

O HARO recebe a demanda de repórteres que buscam um perfil específico de entrevistado e indica, entre os inscritos no site, o que melhor se encaixa na pauta. São cerca de 103 mil fontes e 30 mil jornalistas, de diversos países, conectados.

Jornalistas: Basta preencher no site qual sua pauta, dead-line e target da publicação.

Fontes: É só fazer o cadastro e aguardar. “Todo mundo é especialista em alguma coisa”: slogan do site.

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Para quem não é jornalista sentir o drama, alguns e-mails que já recebi de colegas tentando encontrar as seguintes fontes:
– “pessoas que tenham morado na gloriosa Costa do Marfim”
– “um casal de mulheres que tenha adotado uma criança nos últimos tempos”
– “mamães de trigêmeos, de até cinco anos de idade”
– “taxista de SP que tenha relacionamento com gastronomia”
– “uma pessoa nascida em ano bissexto, mais especificamente no dia 29/02”
– “alguém que resolveu ir pro México no auge da gripe H1N1 porque as passagens estavam mais baratas”

São cerca de 103 mil fontes e 30 mil jornalistas, de diversos países, conectados no site.

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Publicidade ou entretenimento?

Depois do You Tube, a propaganda nunca mais foi a mesma: Tipp Experience

Eu tentei até o urso aparecer segurando uma placa com “Error 404 – request not found”. haha

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Revista + Design + Colaboração + Wikipédia

A revista Good.is, em sua edição sobre “vizinhança”, conseguiu criar uma interação interessante entre o papel e o online. Uma seção já colaborativa, onde designers e ilustradores foram convidados a estampar bandeiras dos arredores de onde vivem, foi transposta para o site da revista (ou para a revista do site, porque os dois tem pesos semelhantes) com links para conteúdo externo ao produzido por eles.

As informações do artista e do local a que se referem aparecem ao passar o mouse sobre as bandeiras, e, ao clicar em cada uma delas, abre uma página da Wikipédia correspondente ao local.

Uma maneira esperta de otimizar a produção de mais textos sobre esses locais. Ao mesmo tempo, a dúvida se vale a pena a revista dar credibilidade (e sua marca) para um conteúdo que pode ter sido feito, refeito e modificado, longe dos critérios jornalísticos.

Ps. O Good.is também vale a visita pelas reportagens, pelo formato do site (e usabilidade) e pela seção Transparency, só de infográficos.

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