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Chocolates adesivados

Ideia simples e genial.

A FHV BBDO de Amsterdã  realizou uma ação promocional para o chocolate Mars, retirando o logo da embalagem e vendendo cartelas adesivas com letras, acentos e pontuações na mesma tipografia do logo tradicional.

 

* Imagem publicada em Marketing na Cozinha

 

Imagina a repercussão de uma ação simples como essa em ocasiões especiais, como no Dia dos Namorados ou no Dia dos Pais, que se aproxima.

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A capa do ano

O blog Faz Caber, atualizado pela equipe de Arte da revista Época, publicou recentemente sua lista das melhores capas de 2012.

É interessante ver a influência da Internet (especialmente de imagens virais no Facebook), por exemplo com  a imagem da capa do Especial Olimpíada:

capa epoca keep calm

E a liberdade de reproduzir o nome da revista em homenagem aos traços do arquiteto Niemeyer:

capa epoca - niemeyer

E a sacada de posicionar e redimensionar fotos banais, as transformando em uma capa genial:

capa epoca - joaquim

Para ver todas as melhores capas da Época eleitas no ano, clique aqui.

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Decoração temporária

Uma ideia criativa para decorar a festa para o Halloween sem desperdício.

Pra que comprar descartáveis mil por causa dos desenhos se é só colar pequenos adesivos nos copos da casa?

      

A mesma ideia pode ser usada em festas infantis, corporativas…

Estes adesivos acima estão à venda na Artecolada.com.br.

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Como fazer um site?

Sites são criados para indicar informações de maneira clara. Cumprindo essa função, que mal há em inovar?

Já citei aqui no blog o exemplo da Pepsi, mas há diversos exemplos de sites feitos com criatividade:

DM9DDB

Apelo visual, destaque para as palavras mais procuradas (aumentando a probabilidade de oferecer o que a pessoa está buscando), definição clara da empresa no header e destaque das campanhas recentes. Outro diferencial: mapa e contatos na própria home, considerando que são essas as informações que as pessoas podem precisar com mais urgência ao acessar o site.

A Ponte Estratégia

Enquanto empresas se esforçam para buscar fotos e imagens genéricas para serem a “cara” de um site, que tal ocupar esse espaço com a conta de Twitter da empresa/ pessoa? Se preferir, pode ser com a atualização do Facebook, para ter maior apelo visual. Optando por Facebook ou Twitter, o objetivo será cumprido: oferecer informação.

Masp

Quem acessa o site de um museu de arte quer ver o quê? Arte. O site do Masp focou o que o leitor busca: as exposições em cartaz (nas duas fotos das pontas) e o endereço do Masp (na foto do meio). Simples e eficiente.

USAToday

Um site de notícias que não se parece nada com um site de notícias. Como em um jornal impresso, foco para uma foto em tamanho de destaque – assim também nenhuma informação é sacrificada da home por não ter uma boa foto. As notícias recentes são facilmente localizáveis, há a possibilidade de customizar a página inicial e um link para logar o facebook ganhou destaque na própria home.

Acreditam que esses modelos, hoje diferentes, ainda irão virar o modelo-padrão?

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Já desenhou seu fim de semana?

Design não é só desenho, é a sua conexão com arte, arquitetura, urbanismo, decoração, inclusão social, agregação de valor e inovação tecnológica.

Sobre esse pilares, amanhã, dia 23 de agosto, começa a Design Weekend (DW!), que acontece até dia 26 na cidade de São Paulo.

O festival é composto por dezenas de eventos independentes, simultâneos,  alguns gratuitos outros não, integrados por um “Programa Oficial”.

Além das informações do evento, o site traz notícias gerais relacionadas ao tema e, um detalhe interessante, o destaque para a seção Instagram, com fotos de alguns locais-chave da arte e do design paulistas:

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Quantas informações podemos visualizar?

Muitas vezes, a desculpa para a infografia não estar presente no jornalismo é: não há dados para serem transformados em informação visual.

Mentira!

Sempre há números e informações que podem ser levantadas, comparadas e apresentadas de uma maneira diferente. No Pinterest oficial do Festival de Cannes deste ano, a série de infográficos “Ontem no Cannes Lions”, produzida por @SapientNitro, dá o exemplo.

Os gráficos, diários, mostram por exemplo informações geográficas da cidade do festival, destaques sobre os participantes do festival em redes sociais, os locais mais citados por eles no Foursquare, os temas mais citados em seus Twitters, os Intagram mais populares etc.

Eles também comparam, em um gráfico hora a hora, os Twittes com a palavra Cannes em diferentes cidades, os temas mais citados nas palestras e, claro, os números de prêmios entregues.

Para um ou outro gráfico falta uma legenda mais detalhada, mas, no geral, parece não ter sobrado uma única informação pertinente em Cannes que não tenha sido contemplada – e de uma maneira bem mais interessante que em longos textos em preto e branco.

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Design Thinking para quebrar barreiras

Três questionamentos para serem feitos a partir do Design Thinking (e a partir de pontos colocados por André Coutinho na palestra que ele ministrou hoje sobre o tema, na Business School SP):

1- Por que não apostamos naquilo que é possível, mas apenas no que é provado?
Hoje as empresas definem seus projetos pelo planejamento de retorno financeiro de uma ideia. Mas como uma ideia original pode ter essa comprovação? Nessa caso, parece óbvio que as decisões devam ser tomadas por aquilo que a ideia traz de possível, por sua validez, não?

2- Por que não aceitamos que o projeto ideal só será ideal após muita mudança?
Dá vergonha dizer que aquilo que foi apresentado como genial não está dando resultados tão bons assim? Ou que, sim, os resultados são bons, mas pela experiência prática viu-se que um produto/serviço/projeto pode ser ainda melhor com algumas mudanças?
Os engenheiros de software já aprenderam a lançar diversas versões de um produto, até que ele atue da melhor forma possível. Em outras áreas de negócios, nós relutamos a fazer isso por quê? Tudo pode ser aprimorado com modificações, ajustes e adaptações.

3- É bom sair e tirar os outros das zonas de conforto? E assustar?
Designers thinkers dizem que sim. O segredo é acertar a medida, ou seja, apresentar algo que não seja apenas uma incrementação de algo que já exista, mas que também não pareça objeto de ficção científica. O ideal é criar algo que se enquadre na “scary zone” (zona assustadora), ou seja, que fuja da zona de conforto, mas por surpreender, por mostrar um novo potencial.

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Para saber mais sobre Design Thinking: o básico (http://pt.wikipedia.org/wiki/Design_thinking) e um livro que indico (Glimmer – How design can transform your life and maybe even the world). E aposto que a pesquisa sobre esse tema não vai parar por aí.

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