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Aos bêbados, cada um deles

O jeito de segurar um copo é também uma maneira de se comunicar. Diz isso um estudo reportado no The Telegraph, que classificou 8 tipos de bebedores, pela maneira que seguram o copo.

1. O paquerador
Geralmente uma mulher, ela segura seu copo com elegância e com os dedos mais afastados, mais soltos. Ela encosta os dedos na borda do copo,  as vezes até os enconstando na bebida.

2. O fofoqueiro
Segura, em geral, um copo de vinho pela parte mais larga da taça e o utiliza para gesticular e interpretar a conversa. Por vezes, inclina-se atrás do copo para falar confidencialmente com outros ao redor.

3. O amante-divertido
Este tipo bebe para se socializar e valoriza a união. Ele bebe goles curtos, na garrafa, para não perder a chance de participar da conversa. A garrafa é carregada de maneira frouxa, próxima ao ombro, para facilitar  o movimento de ingestão da bebida.

4. O invisível
Uma pessoa tímida e submissiva, que protege seu copo, como se temesse que alguém fosse levá-lo embora. A palma da mão fica escondida sob o copo e este é usado como uma “muleta social”. A bebida nunca realmente é finalizada, sempre sobrando um gole no copo – mesmo ele nunca sendo muito grande.

5. A rainha de gelo
Geralmente mulher, ela segura o copo de maneira fria e defensiva. Bebe vinho ou um drink curto, que é firmemente segurado em frente ao corpo, evitando a aproximação de pessoas desconhecidas.

6. O playboy
Ativo, confiante e sedutor, bebe em copos altos ou em garrafas, como um objeto fálico, movimentando o copo sugestivamente.

7. O bad boy
Bebe sempre uma garrafa de cerveja ou de cidra. Com propensão a ser confiante e arrogante, ocupa o espaço que for possível, por exemplo, empurrando o copo para longe de si e recostando-se para trás na cadeira.

8. O intimidador
Em sua maioria homens, eles preferem copos grandes ou garrafas, que simbolizam uma arma contra os demais. Firmemente agarrados, os copos acompanham os movimentos das mãos, em direção ao rosto de outros, em tom de ameaça.

Certeza que no próximo bar vou analisar um por um, para ver se essa pesquisa faz mesmo sentido.

Fez sentido a você?

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Um mapa de mim

Deepak Chopra (quem é esse, Ju?) tem utilizado representações gráficas dos aspectos pessoais para mostar como deve ser um líder do futuro. A idéia é interessante para nós mesmos. Como que você representaria graficamente suas metas para ser uma pessoa melhor?

Essa é a projeção de Deepak (um pouco confusa; mas a mente de quem não é?):

mapamente_02gde_01
*Imagem e idéia da Revista Época

Ps. Se alguém topar fazer o próprio mapa, e eu também farei o meu, compartilha nos comments =)

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O que você quer na sua vida?

Perder peso, ganhar dinheiro e viajar. Sim, as pessoas (em qualquer parte do mundo) são meio óbvias, e rasas, em seus objetivos de vida.

Ao menos pelo que indica o site 43things.com (em inglês), uma espécie de comunidade virtual para você listar as metas que quer para sua vida, dividir elas com outras pessoas e comemorar as metas atingidas.

Idéia bacana se o site realmente ajudar as pessoas a se unirem por seus objetivos. Uma pena que poucos sejam os desejos voltados para além do próprio umbigo.

43things.com

Ps. Escrever um livro é a terceira meta mais popular. Ler um livro por mês também está bem cotado. Numa época em que o que ouvimos sempre é que as pessoas não lêem… Interessante, não?

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Chame os comerciais!

Um ensaio publicado hoje, na Folha de S. Paulo, chamado “O prazer de ser interrompido”, de Benedict Carey, falava de dois estudos, baseados no comportamento de consumidores, que  mostravam como interromper uma experiência, seja ela boa ou ruim, pode torná-la significativamente mais intensa. Assim, os comerciais tornam os programas de TV mais agradáveis, uma pausa em uma massagem a faria mais revigorante e um tempo perdido em uma xícara de café deixaria o dia melhor.

E o que achei mais interessante: o mesmo vale no sentido contrário. Ouvir o barulho de um aspirador de pó, com pausas, só faz a situação parecer pior.

Em uma aula na graduação, um professor também usou um texto de Susan Sontag (Pensar contra si próprio: Reflexões sobre Cioran) para mostrar que a descontinuidade no nosso cotiadiano, no caso, quando dormimos, é o que mantém a vida possível, suportável. Faz sentido…

Mudando um pouco (bastante) o foco… Ok uma pausa pode até fazer bem para assimilar melhor um vídeo, mas quem aguenta o comercial dos vídeos no Terra TV ou o 1 milhão de comerciais (inclusive repetidos) em cada episódio de Lost? E depois não sabem por que (e esse é só um dos motivos) tanta gente assiste à série na web.

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