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Logotube (e Facebook) contra a burocracia

Quem já participou, como cliente ou fornecedor, de um processo de criação de identidade visual (logo, site , papelaria..), conhece bem a rotina burocrática, e muitas vezes sem fim, a que se submete.

“Decidimos pensar em algo que evitasse o longo processo de idas e vindas de projetos, os erros de briefing e o longo prazo para a finalização de projetos, muitas vezes, fáceis de serem resolvidos”, explica o relações públicas Rodrigo Stoqui que,  junto ao designer Caio de Santi e ao publicitário Marcio Del Col, utilizaram o Facebook e a criatividade para montar a Logotube.


A empresa, materializada em formato de site e (o mais legal) de página no Facebook, criou em ambas um processo de negócios com começo, meio e fim, sem necessidade de sair do mundo virtual.

Na própria página do Facebook, o cliente envia suas informações, perfil do público e diretrizes para uso de imagens, letras e cores no material – com a opção da Logotube escolher isso tudo para você.

O processo, além de prático, entra em um nível de detalhes que muitas agências não têm com o cliente em uma reunião de briefing presencial.

O principal público-alvo da Logotube são as pequenas e médias empresas e empresários, profissionais liberais e quaisquer pessoas que estejam pensando em desenvolver ações de comunicação com custo baixo e possibilidades de pagamento (parcelamento em 12 vezes, por exemplo). “Hoje, quando falamos em agências, isso não existe”, diz Stoqui. “Tanto no Facebook, quanto pelo site, a Logotube é inovadora.”

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Marque sua marca

Interligar o maior número possível de pessoas, e coisas, e histórias, e marcas. Nada hoje  na web facilita mais esse processo que o Facebook.

Umas das novidades mais recentes (e ferramenta de marketing genial) permite que Páginas – de produtos, empresas, grupos e afins – sejam marcadas nas fotos postadas pelos usuários. Cada vez que alguém identifica uma Página em sua foto, essa aparece na mesma hora na Página em questão.

Imagina todo mundo postando fotos com uma pose engraçada com uma Coca-Cola na mão, por exemplo, e marcando a latinha na foto? Além de espalhar o produto por álbuns de pessoas em todo o mundo, a Coca-Cola teria ainda um álbum de fotos que atrairia visitas como nunca à sua Página no Facebook.

Ou, então, uma banda, que pede para os fãs postarem fotos com cenas que a define, reproduzirem a capa de um CD, marcarem a imagem que lembra uma certa música…

As possibilidades são infinitas, e o investimento da marca, zero.

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Um gigapixel de leitores

Um robô-fotógrafo faz milhares de fotos durante o jogo. Posteriormente, essas fotografias são montadas numa única e gigantesca imagem final, medida em gigapixels (1 gigapixel = 1 bilhão de pixels). Está formada a Megafoto, uma imagem que está atraindo leitores para o site do Globoesporte.com e se espalhando pelo Facebook.

O leitor, ao utilizar o zoom e se localizar na foto, pode capturar a imagem e compartilhar em seu perfil do Facebook. Conforme as pessoas vão fazendo as marcações, o número de pessoas marcadas e um pequeno perfil aparecem na imagem geral. Com a possibilidade de marcar os amigos, a brincadeira vai se espalhando.

A ideia, que começou a ser utilizada no site em uma matéria da final do Campeonato Paulista, em maio, tem crescido rapidamente. De acordo com a página da Megafoto no Facebook, o jogo “Flamengo x Vasco”, em 30 de janeiro, teve 1.724 visualizações, enquanto o “Fluminense x Boavista”, em 19 de março, teve 9.691 visualizações.

Não tenho dúvidas que a Megafoto do jogo Brasil x Romênia, divulgada no Globoesporte.com, já ultrapassou esse número. Até agora (13/6, de noite), já são quase mil marcações.

Quem esteve no jogo e quiser se achar também, é só clicar aqui e começar a busca.

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Propagandaclipefilme

Prendeu a atenção, se tornou rapidamente vídeo viral no Facebook, está sendo repassado mais que A Banda Mais Bonita da Cidade e, acima disso tudo… é um comercial.

Podia ser como qualquer outra propaganda da Vivo, mas a mistura de propaganda, filme e clipe – produzido pela O2 Filmes com criação da Agência Africa – para a música Eduardo e Mônica, do Legião Urbana, ganhou a atenção.

O que achei mais bacana é que esse pode ser um passo da publicidade em direção ao estilo de propaganda que eu imagino que as “novas mídias” cada vez mais vão exigir.

Na TV Interativa, no iPad, nas revistas e jornais virtuais…, as propagandas que não trouxerem conteúdo relevante, entretenimento, ou que de alguma maneira não tocarem o usuário serão na mesma hora ignoradas, com o leitor/telespectador acelerando direto para o conteúdo seguinte. Quem usar a criatividade, como a Vivo, terá a atenção.

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Novas narrativas

Quantas vezes jornalistas e escritores pensam em uma maneira diferente de contar uma história? (Dizer que não segue o lead, obviamente, não vale.)

O livro O Bom Inverno, de João Tordo, levou o texto para o Facebook. Na página Fbooks, você só precisa “curtir” o narrador e os personagens do livro para seguir a história.

Como se eles fossem pessoas reais, publicam seus “diálogos” e também compartilham onde estão, o que estão fazendo.

Quem ficar perdido com as 100 atualizações no Mural pode seguir a história nos resumos diários postado na página do Fbooks.

O escritor podia aproveitar melhor os recursos do site para compartilhar links, músicas, enquetes, tudo o que ajuda a “definir” a personalidade dos personagens. Mas, ainda assim, é um passo interessante para quem gosta de escrever.

Como próximo passo, já parou para pensar em narrativas para tablets, iPads e afins? Quantas possibilidades estão abertas e como as estamos aproveitando?

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Quem inventou essa ideia?

O sucesso pode estar na criação de uma ideia genial, mas também em utilizar ideias que outros já inventaram, saber aplicá-las, melhorá-las. Às vezes ficamos tão obcecados por inventar algo novo, que esquecemos isso.

Estava procurando um perfil do Eduardo Saverin, o brasileiro co-fundador do Facebook, e fui parar nesse artigo, escrito por ele no site da CNBC. O que chamou a atenção – além do texto insistir na importância do capital intelectual e em que, hoje, qualquer pessoa pode ser um empreendedor – foi um detalhe dos textos da CNBC.

Toda vez que as notícias citam uma empresa, entre parênteses aparece o valor atual delas no mercado de ações e a variação no dia. Ao passar o mouse sobre a palavra, ainda aparece um gráfico com o histórico da ação nos últimos meses.


O uso de links nas palavras, como links de áudios nas aspas dos entrevistados, também não se vê nos sites de notícia brasileiros. A ideia, que usamos na reportagem multimídia Cafundó, não foi nossa, vimos e adaptamos de uma reportagem do site da faculdade de Berkeley, Califórnia. E ela não perdeu seu valor no projeto por causa disso.

Uma ideia simples, como a da CNBC, diferenciou o site das demais publicações focadas em economia; uma ideia como a que três anos atrás copiamos/adaptamos para a reportagem sobre o Cafundó, também já poderia ter sido utilizada em outros sites, melhorando ou completando a maneira de se passar uma informação.

Como mostra a própria história da fundação do Facebook, ideias nem sempre são tão originais quanto pensamos que elas são, mas servem para inspirar outras, serem aperfeiçoadas e render muito se bem utilizadas.

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O jornal como uma ponte para as mídias sociais

Um leitor padrão, no site da CNN, compartilha em média 13 notícias por semana e recebe outras 26 através de mídia social e e-mail. De todas as notícias compartilhadas, 43% são através de mídias sociais como Facebook, Twitter, YouTube e MySpace, mostra o POWNAR (Power of News and Recommendation), estudo internacional feito pela rede em agosto deste ano.

As empresas de comunicação, se debatendo sobre como ter lucro em meios digitais – “trocando dollar por pennies”, como D.B Scott tanto diz em aula – ainda têm muito o que explorar do potencial de alcance das notícias online.

Enquanto um leitor vai compartilhar seu jornal com, no máximo, mais duas ou três pessoas, um único internauta vai enviar a mesma notícia para os 350 amigos no Facebook e Twitter.

Nas agências de publicidade e nos departamentos de marketing de grandes empresas, não há dúvidas de que isso será cada vez mais bem remunerado.

Nas assessorias de imprensa, o resultado atingido em mídia social deveria ser relatado de forma muito mais importante ao cliente. Ou, pelo menos, simplesmente ser relatado, já que hoje isso raramente acontece.

Uma outra pesquisa, de junho desse ano, da Nielsen (empresa americana com foco em “measurement and information”), mostra que 22% do total de horas gastas na Internet é com mídias sociais e outros 42% lendo e/ou assistindo conteúdo.

Nada mais natural que redes sociais e conteúdo estejam tão – e cada vez mais – conectados. E que as empresas de comunicação, publicidade e assessorias abram os olhos pra lucrar, de verdade, com isso.

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