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Ser cidadão não é só cobrar soluções

Claro, temos também que cobrar do Governo, protestar, exigir. Mas o que nós mesmos fazemos pelo outro?

Descobri o site Buscavoluntaria.com.br, que apresenta vagas de trabalhos voluntários que estão abertas, permitindo se candidatar a elas no próprio site.

buscavoluntaria.com.br

Nesse momento são 188 as vagas abertas:

74 para administração
25 para educação
1 para alimentação
3 para trabalhar com idosos
2 para meio ambiente
4 para trabalhar com animais
20 para trabalhar com crianças
5 para atuar com desabrigados
6 para assistência social
6 para atuar com pré e adolescentes
10 para área da saúde
25 para profissionais especializados
7 para doações

Dá uma olhada nas opções… Você pode encontrar uma atividade que te interesse ou indicar o site para alguém que tem tempo para ajudar, mas não usa a internet.

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Infografia de cada dia, amém

Conhece o blog do Estadão Dados? Tem infografias periodicamente publicadas sobre os assuntos divulgados no jornal, como esta “O deputado-pastor Marco Feliciano, por ele mesmo“:

 

 

 

Bacana, não? Principalmente por ser um recurso gráfico que dificilmente seria utilizado no impresso, mas que também traz informação.

E, para quem trabalha com infografia, uma dica: os gráficos são feitos com programas que podem ser usados na web, como o http://datawrapper.de/ e o http://infogr.am/.

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Qual era a notícia do dia em que nasceu?

Mais uma bola dentro do Google: disponibilizar o Jornal do Brasil digitalizado (de 1890 até 1998), em um formato facinho para localizar as notícias de um dia específico.

Para verificar o jornal do dia de seu nascimento, entre no Google News e opte para mostrar o ano (Show: year). Então, clique no ano em que nasceu, em seguida no mês, na semana e no dia.

jornal do brasil

Boas notícias?

 

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Não só para o carnaval

O Carnaval acabou , mas algumas ideias usadas pela mídia para contar o que aconteceu nesses dias podem reaparecer ao longo do ano.

A Folha deu destaque para a participação do público com o envio de fotos pelo Intagram e destacou os blocos de rua e os sambas-enredo de Rio e SP:

carnaval folha

No estadão a atualização foi mais discreta, mas também mais prática, com a criação de um blog sobre o evento: carnaval - estadao

E a melhor cobertura (que, claro, sem a ajuda de todos os demais sites de notícias não existiria), foi a do Google. A página especial, focada na cobertura em vídeo e com formato diferenciado, cumpriu o propósito e inovou:

carnaval - google 2

Se esse formato do Google estivesse ligado ao Facebook, em vez do Google+, aí sim seria o destaque do Carnaval.

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O objetivo é a informação, não é?

A página do Estadão no Facebook esta pedindo a participação dos leitores do jornal por um bom motivo: indicar as baladas do Brasil com falhas na segurança. Com base nas dicas enviadas, repórteres do jornal vão apurar as informações.

Enquanto a mídia, em geral, explorou à exaustão o sofrimento das famílias que perderam parentes no incêndio em Santa Maria, o Estadão fugiu da obviedade e abriu uma oportunidade de colher (com quase nenhum esforço) informações para uma boa pauta.

fb estadao - danceteria fogo

Essa ação mostra também que, enquanto alguns veículos de comunicação têm medo que a propagação de notícias nas redes sociais se sobressaia aos sites de jornalismo, outros aprendem a utilizar esse meio. E, o melhor, a utilizar juntos jornalismo e redes sociais por uma boa causa.

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Nem o Google anunciaria uma vaga assim

Publicidade levada a níveis astronômicos, no anúncio de vaga para “Astronauta”, da Ascan Brasil:

astronauta

To até me perguntando porque é mesmo que eu fiz Jornalismo…

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Contar histórias, or stories

A ideia de fazer inglês na web, com aulas disponíveis de hora em hora (porque sempre tem alguém no mundo, na mesma hora que você, querendo treinar o inglês), já é por si só genial. Mas a escola Englishtown adicionou duas outras ferramentas que eu acho que ilustram bem o que significa dar aulas em um mundo digital e em rede.

Uma das ideias é um jogo online. Como se fosse um jogo de Lince (em que você tem que encontrar antes dos outros a imagem que cada palavra significa), você testa o vocabulário, disputando em tempo real com as pessoas conectadas no site.

A outra ideia, mais interessante, chama LiveStories – Ler e Colaborar. Uma pessoa escreve uma frase, escolhe título e foto. A outra continua, uma terceira completa a história, e por aí em diante. Alguns passos depois, uma história está formada, com a colaboração (e o treino) de todos.

english town live stories 2

Lembro que nas aulas de português do primário a professora usava essa brincadeira – ou exercício de storytelling. No site, senti falta apenas de um professor corrigindo as histórias que vão sendo escritas.

Quem trabalha hoje com educação não precisa se desprender das técnicas antigas ou que sempre usou. Mas pode utilizar o potencial das redes e da web para torná-las ainda melhores.

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