Arquivo do mês: outubro 2011

Cor!

A parede da minha casa um dia será assim. Juro.

Via 9GAG

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Informação (muito) útil

Primeiro: isto não é um post, nem uma notícia, nem uma ideia. É uma ajuda àqueles que chegaram aqui no Blog (e chegam pessoas novas todos os dias) buscando por “papel do Trident”.

Eles chegaram aqui, mas eu sei que o que eles queriam ler era: “Não! O papelzinho do Trident não é comestível!”

Pois é, eu também já comi. Eu e a metade do mundo, imagino. Já até concordei com teorias de sustentabilidade que diziam que o tal papelzinho era comestível para reduzir o número de papéis jogados nas ruas. Tudo mentira.

Para quem ainda não acredita que essa história é a maior lenda urbana de todos os tempos, o próprio site do Trident (Atendimento ao Consumidor) explica:

“Informamos que o papel interno do produto não é comestível. Sua única função é proteger as gomas, evitando que as mesmas se grudem.”

Triste, mas é a verdade.

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Crie dimensões

Para quem vê a lista de tarefas diárias engolindo qualquer possibilidade de desenvolver algo diferente, uma solução: sua “to-do list” de todo dia pode ser a própria possibilidade.

É o que propõe um artigo de Bernie Michalik, no site The 99%, e em que eu também acredito.

Ele diz que as tarefas repetitivas podem ficar fora da rotina com o que chama de “pensamento N-dimensional”, e explica:
“Olhe para sua atual lista de coisas a fazer. É como uma linha reta, repleta de tarefas. Em outras palavras, é unidimensional. Mas e se você transformasse cada tarefa em algo mais rico? Algo que gere valor, ou que te ajude a crescer e aprender? (…) Você pode começar associando cada tarefa diária com algo além – em essência, criando outra dimensão.”
A proposta é adicionar às tarefas:
• Valor
Pode ser o valor que ela  gera pra você, pro cliente ou para outra pessoa importante à você. Isso fará uma tarefa estar em destaque na lista, outras perderem a prioridade (e novas tarefas entrarem na dimensão que merecem, não na simples sequência da linha).
• Aprendizado/ Aprimoramento
Se, por exemplo, você precisa fazer um contrato para um cliente que irá contratar um novo projeto, aplicando o “pensamento N-dimensional”, deve pensar o que pode aprender se fizer isso de uma maneira diferente. Neste caso, o usual Word pode ser substituído pelo In-Design, com um design especial sendo criado para o contrato.
Desta maneira, estarão sendo criadas novas dimensões: uma aumentando a eficiência desse documento, outra melhorando os templates de contratos da empresa e uma terceira no crescimento pessoal, por você estar desenvolvendo a habilidade de trabalhar com uma nova ferramenta.

E toda tarefa, por mais básica que seja, tem possibilidades de ser feita de uma maneira diferente.

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Criatividade alcoólica

Para os butequeiros (criativos) de plantão, duas novidades em garrafas de cerveja que achei geniais.

A garrafa da Bud Light foi lançada em uma edição limitada com um rótulo a la post-it. Como em uma raspadinha, é possível utilizar qualquer objeto de metal, como chaves e moedas, para escrever no próprio rótulo da garrafa.

A ideia é utilizar a área para identificar qual é a garrafa que você está bebendo, anotar o celular da paquera, mandar recados etc.

A outra ideia, é mais bonita que genial. Garrafas da Heineken feitas para brilhar na luz negra:

O site, aliás, feito para divulgar a nova embalagem, é bem diferente: www.heineken.com.br/star

Reza a lenda que a garrafa, chamada de Heineken Star Bottle e toda feita de alumínio, está também sendo vendida no Brasil. Alguém já viu?

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Compra coletiva evoluída

O EuDecido, site que deve ser lançado em breve, promete ser uma versão evoluída dos sites de compra coletiva. Enquanto estes oferecem os produtos de acordo com os descontos que conseguem, o EuDecido se propõe a conseguir os descontos para os produtos que você quer.

O site irá reunir as intenções de compra dos usuários e, pelo volume de compradores, negociar melhores preços com as empresas.

Já é possível fazer um cadastro, selecionando o produto que você tem interesse em comprar, na página do EuDecido no Facebook.

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Oferta coletiva publicitária

Conhece o Poptent.com?

O site é uma espécie de E-commerce+Facebook+portfólio para profissionais que trabalham com filmes publicitários. Essas pessoas juntam-se à comunidade criada pelo site atrás de propostas (assigments) de filmes, enviadas por marcas de todo o mundo.

Eles então produzem, por conta própria, seus trabalhos e os disponibilizam pelo preço definido na oferta – em geral, 9 mil dólares. Cabe a marca escolher um ou mais vídeos que se adequam à proposta, pagando o valor proposto ao criador.

As propostas são descritas como a abaixo, com prazo para produção e linhas gerais de como deve ser o filme:

De acordo com o próprio site, estão hoje conectadas no site marcas de todo o mundo e quase 40 mil criadores, produzindo e postando seus trabalhos para as propostas escolhidas.

O Brasil e, principalmente, os criadores brasileiros, são um dos principais focos da empresa. O Poptent, com sede nos EUA, já tem um escritório no País, onde pretende investir cerca de 1 milhão de dólares até o fim do ano.

Além de ser uma proposta diferente de relação trabalhista, é um meio interessante para todos que trabalham com comunicação se inspirarem com as ideias publicadas.

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Contextualize

Peças de teatro são no geral uma estrada sem placas. Você sabe mais ou menos onde está pisando, lê uma resenha ou outra, mas quase sempre chega à sala sem referências muitos precisas do que a história trata, quando se passa e pelos olhos de quem.

Achei destacável a ideia produzida para a peça A Casa Amarela (de Gero Camilo, em cartaz no Teatro Cacilda Becker): uma carta, com todas as referências da época que a peça retrata, apresentando a história de maneira narrativa e também visual.

O envelope em branco, com o selo do rosto do ator, é preenchido com duas folhas, com aspecto antigo. Uma narra o que é a casa amarela e o que Van Gogh e Paul Gauguin viveram nela, a outra mostra duas plantas da casa, descrevendo nelas a ficha técnica da produção.

E por mais que o material conte a história da peça, não há riscos de ali contar o que o espectador esta prestes a ver. Pelo contrário, mostrar o contexto só ajuda o público a pensar mais, a ir além.

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