Arquivo do mês: novembro 2012

O poder do Social Commerce

As redes sociais na internet são, para cada vez mais pessoas, o principal meio de troca de informações. O e-commerce tem hoje cerca de 32 milhões de usuários, com perspectiva de crescer mais 25% em 2012. As mídias digitais, por inovação ou sustentabilidade, são claramente a realidade atual-futura da comunicação.

Essas três áreas, trabalhadas em conjunto, compõe o chamado social commerce.

No artigo de Sid Gantodra, no site Socialmediatoday.com, são 6 as dicas para esse mercado:

Social Proof: mostrar o que outros compraram ou estão comprando, ajuda um indeciso a se decidir

Authority: pessoas com posição de influentes levam uma comunidade inteira a acreditar em suas recomendações

Scarcity: consumidores têm o acesso em primeira mão e as promoções como uma das principais razões para se conectarem a uma marca nas mídias sociais

Like: “Pessoas fazem negócios com pessoas de que gostam”. Nada é mais verdadeiro que isso nas mídias sociais

Consistency: Quando enfrentam o incerto, consumidores tendem a não assumir riscos. Pelo contrário, eles mantêm suas antigas crenças

Reciprocity: Como seres humanos, temos um desejo inato de retribuir favores, independentemente de sermos solicitados a isso. Nos baseamos em generosidade e reciprocidade também para comprar

 

A consultora Regina Garrido completa o assunto, em seu artigo, dizendo que o social commerce vai muito além das mídias sociais. “Um dos grandes objetivos é a interação entre consumidores, e não apenas com a sua empresa (…) é uma conexão relacional que motiva os consumidores a trocar informações, participar e colaborar”.

Os resultados serão muito mais duradouros que o dinheiro de uma venda.

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Como nos vemos

Se ser alto fosse sempre considerado bom, as pessoas se declarariam altas um maior número de vezes? E inteligentes? E bonitas? E negras?

No livro “E agora, vai?”, recém-lançado pelo publicitário André Torreta, um trecho sobre a população negra brasileira faz a gente pensar na influência das percepções coletivas na percepção que temos de cada um de nós:

“Na última década, revistas especializadas para negros foram lançadas e as prateleiras se encheram de produtos para essa população. Em 2009, pela primeira vez, uma negra (a atriz Taís Araújo) foi protagonista de uma novela das 8 na Globo, a Viver a Vida, de Manoel Carlos. O percentual de negros e pardos no total da população cresceu de 46% para 51%, segundo o IBGE. Nenhum desses fatos têm a ver com o aumento real da população negra, mas sim com o da autoestima, que leva um maior número de pessoas a reconhecerem-se como não brancas.”

Como pode uma pessoa se ver de maneira diferente em um e em outro momento? Que poder é esse que a sociedade (e o pensamento coletivo) tem?

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Decoração temporária

Uma ideia criativa para decorar a festa para o Halloween sem desperdício.

Pra que comprar descartáveis mil por causa dos desenhos se é só colar pequenos adesivos nos copos da casa?

      

A mesma ideia pode ser usada em festas infantis, corporativas…

Estes adesivos acima estão à venda na Artecolada.com.br.

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