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Vale mais: o que você sabe ou o que você faz?

“Em 2008, 70% das exportações americanas estavam relacionadas a conhecimento e só 30% com os outros fatores de produção, como terra, capital, trabalho, energia e matéria-prima”, diz Marcos Cavalcanti, citando pesquisa publicada pelo Institute for the Future no programa Café Filosófico CPFL, da TV Cultura.

O exemplo dado por ele é o valor de um avião. Apesar do custo de material, mão-de-obra, produção, o grande custo é para se ter o conhecimento de como produzí-lo. Nós não vivemos mais um uma sociedade industrial, o conhecimento é o fator principal para se gerar riqueza.

E isso influencia não só o comércio, mas a maneira como vivemos. “O que eu tenho que fazer em um País, é contruir estradas? Ou investir em educação? É investir nas relações humanas?”

E quando valorizamos as relações humanas, estamos falando além dos negócios em convívio social e crescimento a partir disso. O professor defende uma visão sistêmica, quando você pensa não em você, mas no todo, tem um pensamento global.

“Isso é mudar a visão de mundo, a maneira como se enxerga a realidade.” Uma realidade baseada em conhecimento, que valoriza a capacidade de cada ser humano e que pode ser bem mais equalitária.

Quem quiser ver a palestra na íntegra, cá está.

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Alunos 2.0

“The best schools are able to make learning cool, so the cool kids are the ones who get As. That’s an art” – Alex Grood, fundador do Better Lesson, uma ferramenta digital criada para levar tecnologia e midias sociais ao dia-a-dia dos professores.

Traduzindo por cima, a frase diz que as melhores escolas estão preparadas para fazer do aprendizado algo legal, e, assim, serão legais (espertos, populares, bem-vistos) os alunos com as melhores notas. Ela é parte de uma reportagem sobre a inclusão da tecnologia na educação e o perfil de comportamento dos geeks (pessoas apaixonadas por tecnologia e conhecimento, mas com facilidade de interagir socialmente), publicada na revista americana Wired de setembro. Bem interessante o texto.

Aliás, a revista de tecnologia, que não deveria ser descrita como uma “revista de tecnologia”, porque vai muito além disso, é um exemplo de publicação, tanto em texto quanto em arte.

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