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Ladrões de bar

A conta do bar as vezes parece mais alta do que devia? Bem provável que ela tenha uns chopes a mais.

A Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) fez um teste em dez estabelecimentos no Rio de Janeiro e nove em São Paulo, e 42% deles cobraram por chopes que não foram consumidos.

Foram pedidos para o teste 60 chopes. Em São Paulo, o bar Genésio cobrou 13 chopes a mais; o Exquisito cobrou mais 11; e a Cervejaria Patriarca, outros 6 . No Rio de Janeiro, o Botequim Itahy cobrou 65 chopes e o Botequim Informal, 64, quatro a mais que o número consumido.

Quem tiver interesse, pode ver a pesquisa completa no site da Proteste, inclusive com as irregularidades na hora de cobrar a taxa de serviço, supostamente opcional. O site possui também outros testes e um simulador de tarifas DDD, para localizar as mais baratas em cada local do País.

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Qual é seu tipo?

Voluntário todo mundo quer ser, mas levar o plano à prática é geralmente um longo caminho. Para ajudar a ter uma diretriz do que pode ser feito e onde, a revista Sorria publicou em seu blog o teste: Que tipo de voluntário você é?

À primeira vista, pode parecer bobagem fazer um teste de revista, mas o resultado faz sentido. Ou, ao menos, dá uma direção de por onde seguir para cumprir seu papel social (sem acabar frustado por ter escolhido uma tarefa que não tem nada a ver com você).

O teste também faz parte de um Guia do Voluntariado, publicado no blog da Revista.

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Morte à frase: “Você não sabia?”

A princípio, estava aqui de passagem, só pra comentar a esperteza da VML Brasil com a propaganda feita com o Tufão (um dia Murilo Benício) para a Vivo. Nela, o ator fala ser o último a ficar sabendo das coisas, o que não aconteceria agora que tem Internet no celular. Mas… no Brainstorm9, blog onde vi pela primeira vez a propaganda, outro discurso ganhou a atenção.

O autor do blog conta o sucesso do vídeo dizendo que não assiste à novela, e os leitores começam uma chuva de críticas. Na maior parte dos comentários, a reclamação é porque ele teria obrigação de assistir, de saber o que se passa com Tufão e Carminha.

Não sei quando essa inversão aconteceu, mas assistir à novela passou de ato malvisto à necessidade de quem trabalha com comunicação.

Essas mesmas pessoas que trabalham com comunicação podem não saber nada de política, nada de debates sociais, nada de economia mundial, mas têm a obrigação de saber quem é Tufão e Carminha. E de, quem sabe, bradar para que a justiça seja feita com esse pobre rapaz (que não usa Internet Vivo).

Esse tipo de julgamento, ou de discurso, que diz inconformado “Você não sabia???”, para mim, é hipocrisia pura. Quando uma pessoa cobra outra por não saber de algo, está ignorando tudo aquilo que ela também não sabe. E esquecendo que cada um tem suas prioridades sobre que conhecimentos quer adquirir.

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Para quem não viu a propaganda da Vivo:

 

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Ajudinha extra

Para os indecisos nos 45 do segundo tempo (como eu), uma ajuda na escolha de que vereador eleger: www.repolitica.com.br

No site, os próprios usuários votam e suas opiniões transformam-se em ranking de maior popularidade, ética e competência. Outras características também são descritas como as qualidades e prioridades do candidato.

Mas é bom não se limitar às respostas do site. Um dos candidatos que tinham me interessado, no topo da lista de competência, foi só jogar o nome no google e o primeiro link que apareceu foi: “o candidato que usa máscara no horário eleitoral”. Aí não dá, né?!

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Para não ensinar seu filho a “jogar no Google”

“Jogar no Zuggi” pode ser uma opção mais inteligente.

O site, indicado para crianças de 5 a 10 anos, é o primeiro buscador brasileiro infantil. A diferença de um buscador convencional?

– Layout lúdico, para estimular o aprendizado através de cores e personagens

– Resultado que prioriza imagem, porque a linguagem visual facilita a compreensão das crianças

– Sites exibidos dentro do próprio Zuggi, sem abrir uma nova página, para que a criança não se disperse

– Direcionamento de conteúdo, com segurança ampliada para abrir apenas aquilo que as crianças devem acessar na Internet

Além disso, a busca pode ser feita por “notícias”, incentivando as crianças a iniciarem o costume de ler sites jornalísticos.

Pontos negativos: o site abriu beeeem lerdo no meu computador, e o nome não é muito amigável a crianças, né?

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Sim, você paga mais

Tem a impressão que seu banco cobra as tarifas de cartão mais caras do mercado? A impressão pode sair da ideia e ser testada em segundos no site Tarifasdocartao.org.br.

Você escolhe até 3 bancos para fazer a comparação, de acordo com a bandeira e com o tipo do cartão.

O serviço é disponibilizado pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços, que também oferece outros conteúdos interessantes na aba de Dicas.

Lógico que simplesmente a taxa do cartão não faz uma pessoa escolher um ou outro banco, mas é bom saber as opções que se tem, e que nunca são divulgadas de forma muito clara pelas instituições financeiras.

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Pro blog ou pro jornal?

Onde cabe a descrição de um jornalista sobre a subida da polícia ao morro do Vidigal? No blog pessoal do jornalista ou em um jornal?

Quem viu a matéria da Folha, escrita por Artur Voltolini, deve ter se surpreendido com um texto autoral em meio às notícias do dia, mas, também, imagino que se surpreendeu pelo bom conteúdo.

 

E, enquanto isso, os textos de um blogueiro – http://ottrio.wordpress.com/ – eram utilizados como base de matéria jornalística de uma agência de notícias internacional:

Acho uma bobagem dizer o que é texto para um blog e o que é texto para outras mídias. Os jornais ganhariam mais leveza e proximidade se dessem mais espaço a textos no formato desse hoje publicado.

O cuidado é que ele tenha uma descrição clara se for texto opinativo, não notícia, ou seja, caso não siga as mesmas diretrizes de apuração e edição do restante do jornal.

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