Arquivo da tag: arte

Infografia de cada dia, amém

Conhece o blog do Estadão Dados? Tem infografias periodicamente publicadas sobre os assuntos divulgados no jornal, como esta “O deputado-pastor Marco Feliciano, por ele mesmo“:

 

 

 

Bacana, não? Principalmente por ser um recurso gráfico que dificilmente seria utilizado no impresso, mas que também traz informação.

E, para quem trabalha com infografia, uma dica: os gráficos são feitos com programas que podem ser usados na web, como o http://datawrapper.de/ e o http://infogr.am/.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Já desenhou seu fim de semana?

Design não é só desenho, é a sua conexão com arte, arquitetura, urbanismo, decoração, inclusão social, agregação de valor e inovação tecnológica.

Sobre esse pilares, amanhã, dia 23 de agosto, começa a Design Weekend (DW!), que acontece até dia 26 na cidade de São Paulo.

O festival é composto por dezenas de eventos independentes, simultâneos,  alguns gratuitos outros não, integrados por um “Programa Oficial”.

Além das informações do evento, o site traz notícias gerais relacionadas ao tema e, um detalhe interessante, o destaque para a seção Instagram, com fotos de alguns locais-chave da arte e do design paulistas:

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

O que é ser 24 horas?

Uma cidade 24 horas é aquela que tem padarias, farmácias, comércios abertos durante a madrugada… Junto a uma exposição de Van Gogh e Monet. (?)

O CCBB (centro de São Paulo) vai realizar a “virada impressionista” neste fim de semana, com entrada gratuita. A exposição “Impressionismo: Paris e a Modernidade” traz 85 obras expostas entre as 15h de sábado (dia 4) e 22h de domingo (dia 5).


“O lago das ninfas, harmonia verde”, de Claude Monet

 
Em tempos em que as 24h de São Paulo abrigam viradas culturais, digitais, esportivas e sustentáveis, a virada impressionista torna-se uma atual estratégia de marketing.

Ou um exemplo de verdade de uma cidade 24h?

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Tão logo, os logos

Um site genial pra quem trabalha com artes gráficas, designers e jornalistas, que vivem caçando logomarcas das empresas em alta resolução para utilizar em seus produtos: Brandsoftheworld.com.

Ele traz uma seção para fazer o download do logotipo vetorizado de grandes marcas e é um banco de inspiração, com logos de todas as épocas, países e categorias de empresas:

E também dá a aoportunidade para quem quer testar um logo (feito por ou para você) antes de jogar ele no mundo. Na seção Critique, é só fazer o upload do logotipo e quem quiser pode avaliar e opinar sobre a imagem:


É sempre bom saber o que as pessoas vão pensar da primeira imagem da sua empresa, não?

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Um logotipo, no plural

*indicado por @maricamposjusto

Com um pouco de matemática e programação, o logo do MIT (Massachusetts Institute of Technology) foi transformado em identidade visual, e individual, para cada funcionário do Instituto.

Os “spotlights”, em 12 cores diferentes, podem ser organizados em 40 mil combinações diferentes, que estampam cartões, sites e outros materiais de seus professores e funcionários.

Se nem a gente tem uma identidade (ou imagem) única e imutável, porque uma empresa tem que ter?

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Contextualize

Peças de teatro são no geral uma estrada sem placas. Você sabe mais ou menos onde está pisando, lê uma resenha ou outra, mas quase sempre chega à sala sem referências muitos precisas do que a história trata, quando se passa e pelos olhos de quem.

Achei destacável a ideia produzida para a peça A Casa Amarela (de Gero Camilo, em cartaz no Teatro Cacilda Becker): uma carta, com todas as referências da época que a peça retrata, apresentando a história de maneira narrativa e também visual.

O envelope em branco, com o selo do rosto do ator, é preenchido com duas folhas, com aspecto antigo. Uma narra o que é a casa amarela e o que Van Gogh e Paul Gauguin viveram nela, a outra mostra duas plantas da casa, descrevendo nelas a ficha técnica da produção.

E por mais que o material conte a história da peça, não há riscos de ali contar o que o espectador esta prestes a ver. Pelo contrário, mostrar o contexto só ajuda o público a pensar mais, a ir além.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Na sombra da arte

Fiquei besta com as obras da artista japonesa Kumi Yamashita, todas feitas apenas com projeção de luz sobre superfícies trabalhadas:

 

Profile, 1994

 

Feather, 2006

 

City View, 2003

 

Question Mark, 2003

 

Chair, 2010

 

Além da criatividade, mostra, com beleza, a inteligência da artista.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized