Arquivo do mês: junho 2012

Mais que uma marca nas mídias sociais

Já viu este case produzido pela Ambev, contando como a empresa tornou suas marcas líderes entre as fun pages brasileiras e mundiais?

* Publicado por: Joserenatogimenez.wordpress.com

O que achei mais interessante foram as fun pages da Brahma, ligadas aos times que a marca patrocina (BrahmaFla, BrahmaVasco e BrahmaPalmeiras).

Nessas páginas, o assunto não é cerveja, mas sim futebol. Postando notícias do time (produzidas pelo Esporte Interativo), a fun page do BrahmaFla já conquistou 1,5 milhão de “curtir”, e as dos outros times também não estão muito atrás.

A empresa não se limitou a utilizar as redes sociais pra falar com seus fãs, ela criou um universo novo de seguidores, que compartilham, quase sem nem perceber, as mensagens de amor ao seu time (e à cerveja).

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Quantas informações podemos visualizar?

Muitas vezes, a desculpa para a infografia não estar presente no jornalismo é: não há dados para serem transformados em informação visual.

Mentira!

Sempre há números e informações que podem ser levantadas, comparadas e apresentadas de uma maneira diferente. No Pinterest oficial do Festival de Cannes deste ano, a série de infográficos “Ontem no Cannes Lions”, produzida por @SapientNitro, dá o exemplo.

Os gráficos, diários, mostram por exemplo informações geográficas da cidade do festival, destaques sobre os participantes do festival em redes sociais, os locais mais citados por eles no Foursquare, os temas mais citados em seus Twitters, os Intagram mais populares etc.

Eles também comparam, em um gráfico hora a hora, os Twittes com a palavra Cannes em diferentes cidades, os temas mais citados nas palestras e, claro, os números de prêmios entregues.

Para um ou outro gráfico falta uma legenda mais detalhada, mas, no geral, parece não ter sobrado uma única informação pertinente em Cannes que não tenha sido contemplada – e de uma maneira bem mais interessante que em longos textos em preto e branco.

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Design Thinking para quebrar barreiras

Três questionamentos para serem feitos a partir do Design Thinking (e a partir de pontos colocados por André Coutinho na palestra que ele ministrou hoje sobre o tema, na Business School SP):

1- Por que não apostamos naquilo que é possível, mas apenas no que é provado?
Hoje as empresas definem seus projetos pelo planejamento de retorno financeiro de uma ideia. Mas como uma ideia original pode ter essa comprovação? Nessa caso, parece óbvio que as decisões devam ser tomadas por aquilo que a ideia traz de possível, por sua validez, não?

2- Por que não aceitamos que o projeto ideal só será ideal após muita mudança?
Dá vergonha dizer que aquilo que foi apresentado como genial não está dando resultados tão bons assim? Ou que, sim, os resultados são bons, mas pela experiência prática viu-se que um produto/serviço/projeto pode ser ainda melhor com algumas mudanças?
Os engenheiros de software já aprenderam a lançar diversas versões de um produto, até que ele atue da melhor forma possível. Em outras áreas de negócios, nós relutamos a fazer isso por quê? Tudo pode ser aprimorado com modificações, ajustes e adaptações.

3- É bom sair e tirar os outros das zonas de conforto? E assustar?
Designers thinkers dizem que sim. O segredo é acertar a medida, ou seja, apresentar algo que não seja apenas uma incrementação de algo que já exista, mas que também não pareça objeto de ficção científica. O ideal é criar algo que se enquadre na “scary zone” (zona assustadora), ou seja, que fuja da zona de conforto, mas por surpreender, por mostrar um novo potencial.

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Para saber mais sobre Design Thinking: o básico (http://pt.wikipedia.org/wiki/Design_thinking) e um livro que indico (Glimmer – How design can transform your life and maybe even the world). E aposto que a pesquisa sobre esse tema não vai parar por aí.

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Poluir todo mundo polui, mas quanto?

A Folha.com disponibilizou uma calculadora de “pegada ecológica”, ou seja, os rastros de poluição que cada um de nós deixamos por aí ao nos deslocarmos de carro ou transporte público.

A calculadora faz a conta, na hora, dos quilos de CO2 que você libera por ano, de acordo com a quilometragem rodada. Ao mostrar o resultado, há a opção de comparar o mesmo persurso com trem, ônibus e metrô.

A diferença absurda, no meu caso, foi passar do carro, com 1.120 kg de CO2 por ano, para 51 kg por ano se eu utilizasse apenas metrô.

Em tempos de Rio +20, poderíamos falar menos dos concernimentos do outro lado do mundo e olharmos mais para nosso próprio umbigo, não?

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Mídias de serviços sociais

As mídias sociais (e os jornalistas e publicações presentes nelas) ganham cada vez mais o papel de prestadores de serviço.

A onda de compartilhamento de um aplicativo para habilitar o botão dislike (não-curtir) no Facebook serviu para mostrar esse papel sendo exercido pela revista Info. Em sua página no Facebook, a Revista postou, em formato de imagem, o alerta que esse aplicativo era na verdade um scam, para acessar de forma ilegal os dados do usuário.

Além de ter conseguido visibilidade, pelas pessoas terem compartilhado/divulgado o nome da Info (quase 1.200 curtiram o post e mais de 13 mil o compartilharam), a Revista reforçou ainda mais seu posto de fonte confiável de informação.

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Outra lição, não apenas ao mercado de comunicação, mas a qualquer empresa: se há demanda para um produto que não está sendo aproveitada (neste caso, o botão dislike no Facebook), alguém certamente saberá como aproveitá-la.

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Escambo fotográfico

Nada mais sem graça do que tirar fotos para deixá-las guardadas nas gavetas. Para quem não é fotógrafo profissional (e para quem é também, pela diversão), o Museu da Imagem e do Som (MIS) promoveu mês passado o evento Foto Escambo, que pode servir de inspiração para outras galerias e espaços culturais.

Um varal montado no Museu ficou livre para amadores e profissionais escolherem a foto que mais lhes agradava, deixando uma de autoria própria no lugar da que fosse retirada. Cada participante pôde levar até cinco fotografias, no tamanho mínimo de 20 x 30 cm.

O autor de cada fotografia só foi revelado ao fim do evento, no blog Fotoescambo.com, criado para o projeto.

Imagem

Em época de fotos digitais, não dá nem aperto no coração levar as fotos preferidas pra trocar. Não se perde nada, apenas se soma.

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Cortar o cartão de visitas?

Sim. Sem dó nem piedade, e transformá-lo em um cartão personalizado.

Produção de Rodolfo Dallacqua para o Fernando Alves Hair Academy:

Além do cliente ter seu cartão personalizado, com a exclusividade que ninguém terá um exatamente igual, a ideia é uma garantia de que esse contato não irá se perder no meio da pilha dos (muito úteis, porém quase nunca consultados) cartões pessoais.

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