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Use seus fãs

Eles querem ser usados, ou, melhorando o verbo, eles querem interagir.

O Peixe Urbano sabe como fazer isso e está utilizando a participação dos seguidores de sua fanpage para gerar conteúdo próprio.

A marca criou o #DataPeixe para postagens que pedem a participação dos internautas, por exemplo, listando seus restaurantes preferidos:

Com a ideia de, posteriormente, compilar e publicar os restaurantes mais citados na própria página do Peixe Urbano, muitos dos participantes vão ainda acompanhar as atualizações, esperando para ver se sua sugestão será uma das finalistas.

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Mídias de serviços sociais

As mídias sociais (e os jornalistas e publicações presentes nelas) ganham cada vez mais o papel de prestadores de serviço.

A onda de compartilhamento de um aplicativo para habilitar o botão dislike (não-curtir) no Facebook serviu para mostrar esse papel sendo exercido pela revista Info. Em sua página no Facebook, a Revista postou, em formato de imagem, o alerta que esse aplicativo era na verdade um scam, para acessar de forma ilegal os dados do usuário.

Além de ter conseguido visibilidade, pelas pessoas terem compartilhado/divulgado o nome da Info (quase 1.200 curtiram o post e mais de 13 mil o compartilharam), a Revista reforçou ainda mais seu posto de fonte confiável de informação.

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Outra lição, não apenas ao mercado de comunicação, mas a qualquer empresa: se há demanda para um produto que não está sendo aproveitada (neste caso, o botão dislike no Facebook), alguém certamente saberá como aproveitá-la.

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Quem diz como um site deve ser?

Estamos acostumados com sites tão quadrados e iguais que, quando uma marca aposta em um formato diferenciado, já ganha nossa atenção – independentemente de oferecer um conteúdo aprofundado ou diferenciado também.

Os sites da Pepsi, no Brasil e nos EUA, quebraram o que se espera visualmente de um site intitucional:

http://br.pepsimundo.com

Parecendo formado por banners sobrepostos, o site apresenta as promoções da marca que estão em vigor e tem em posição de destaque o compartilhamento em mídias sociais. O conteúdo é dividido em seções nada óbvias: Diversão, Promoção, Produtos e Música.
www.pepsi.com

Nos EUA, o formato também destaca as imagens, mas linkadas à notícias, não à publicidade. Essas fotos, aliás, intercalam o produto à imagem dos consumidores com os quais a empresa quer associar a marca. O destaque para mídias sociais continua, mas com foco só em Facebook e Twitter. No conteúdo, um pouco de tudo: novidades sobre o produto e muitas notícias, de lançamentos musicais à lista de filmes que devem ser evitados no dia das mães, aproveitando a data e dialogando com uma linguagem jovem e muito mais solta do que esperaríamos ver em um site institucional.

Apesar dos dois sites serem bons exemplos, talvez a diferença entre eles reflita o que o consumidor espera de uma marca em cada País. Aqui, queremos conhecer as promoções, participar. Lá, eles querem notícias e ser parte de um estilo de vida. Qual você escolheria?

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Guia do bem

Comprar pode ser um ato mais inteligente do que comparar qualidade e preço. Com uma ajudinha do GoodGuide.com.

Ajudar a identificar produtos seguros, saudáveis, verdes e éticos, baseando-se em valores científicos, é a proposta do site. Avaliando produto por produto, com auxílio de especialistas de diversas áreas, são atribuidas notas de acordo com a responsabilidade com a saúde, o meio ambiente e a sociedade.

Você ainda pode fazer a busca entre os produtos selecionando os critérios que mais importam a você. E carregar essas informações na hora de fazer compras: um aplicativo do site para celular permite que, fotografando o código de barras de um produto, você veja a avaliação e se o produto se enquadra em suas preferências.

As informações estão aí, só precisamos ter atitude para colocá-las em prática.

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Internet de graça ou uma Coca?

Acho que a maioria das pessoas que usa Internet no celular já tem um pacote de dados, ou seja, não seria tão útil ganhar créditos em Internet quanto uma Coca-Cola bem gelada nesse calor, mas….

Uma ação de marketing da Coca-Cola está levando para o quiosque da marca, na praia de Copacabana, Rio de Janeiro, o Refil de Felicidade, um equipamento que parece uma máquina de refrigerantes mas carrega celulares com créditos de Internet 3G.

Criado em parceria com a Oi, os clientes da empresa de telefonia fazem na hora o dowload de um aplicativo no celular e, depois, o aproximam da máquina, como se fossem encher um copo de Coca. Os litros de refri que vão aparecendo na tela representam os megabytes para navegação.

Diz em reportagem da Revista Exame que a ação foi elaborada com um trabalho conjunto entre os núcleos de ativação, design, digital e criação das unidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife da agência Ogilvy.

Eu ainda preferia ganhar uma lata de Coca, mas só a criatividade de “encher” o celular em uma máquina de refrigerante… já foi demais!

*Dica de Rodolfo Dallacqua

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St. Patrick’s Marketing

O dia era de St. Patricks (o santo irlandês caracterizado pela cor verde) e, teoricamente, dia da cerveja irlandesa Guinness vender como água – ou não.

Uma outra marca (verde) quebrou a tradição da marca e, com investimento em marketing, conseguiu muito mais presença nos pubs paulistas.

A cerveja verde que os pubs venderam neste dia era: Heineken.

Os promoters distribuindo adesivo neste dia e as bandeiras penduradas no teto: Heineken.

Os chapéus que estavam sendo vendidos no pub: Heineken.

E, o mais bacana, o tótem com câmera, no qual você logava na hora seu Facebook e postava a foto tirada no local: obviamente, Heineken.

Um bom exemplo de que investimento em marketing, planejado em em volume, pode ser mais forte que qualquer tradição.

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Marca que se comunica

Ninguém precisa explicar nada, mas pode. A regra vale para marcas também, e é bem vista pelo consumidor (ao menos por mim).

Um infográfico da Ruffles publicado em seu Facebook foi destaque em um boletim internacional sobre tendências “Trend Whatching”. Nele, a empresa explicou o porquê de tanto ar dentro dos saquinhos de batatas.


Sim, o ar tem um motivo: funcionar como um air bag para que as batatas não quebrem no transporte e no ponto de vendas.

A Elma Chips não precisava se explicar, e eu não deixaria de comer Ruffles pela quantidade de ar no pacote. Mas, se explicando, ela deixou claro os porquês, quebrou uma ideia estabalecida que a prejudicava e melhorou sua imagem.

Não precisava, mas podia. Se explicou e se deu bem.

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