Arquivo da tag: sociedade

Ser cidadão não é só cobrar soluções

Claro, temos também que cobrar do Governo, protestar, exigir. Mas o que nós mesmos fazemos pelo outro?

Descobri o site Buscavoluntaria.com.br, que apresenta vagas de trabalhos voluntários que estão abertas, permitindo se candidatar a elas no próprio site.

buscavoluntaria.com.br

Nesse momento são 188 as vagas abertas:

74 para administração
25 para educação
1 para alimentação
3 para trabalhar com idosos
2 para meio ambiente
4 para trabalhar com animais
20 para trabalhar com crianças
5 para atuar com desabrigados
6 para assistência social
6 para atuar com pré e adolescentes
10 para área da saúde
25 para profissionais especializados
7 para doações

Dá uma olhada nas opções… Você pode encontrar uma atividade que te interesse ou indicar o site para alguém que tem tempo para ajudar, mas não usa a internet.
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O que seu Facebook diz sobre você

Confesse. Você já analisou o perfil de Facebook de alguém para descobrir como a pessoa é.

Pois dizem estudos que aquilo que você curte nas redes sociais diz muito mais que imaginamos, como seu QI e sua homossexualidade.

Um site “You Are What You Like” (“Você é o Que Você Curte”) fez uma versão bem simplificada dessa avaliação, mas que mostra, por exemplo, se você é competitiva, extrovertida, calma, espontânea…

whatyoulike

Você pode testar sua personalidade Facebookiana clicando aqui: youarewhatyoulike.com. 

*Dica sugerida por Gisele Macedo

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Inclusão tecnológica ou social?

Um app brasileiro é um dos finalistas da premiação que está sendo realizada de hoje a 5 de fevereiro pela ONU, a WSA-Mobile, que irá eleger os melhores aplicativos móveis do mundo.

Criado por três empreendedores de Maceió (Alagoas), o Hand Talk traduz frases em português para Libras, linguagem utilizada por deficientes auditivos. Em fase de desenvolvimento, os criadores dizem aperfeiçoar as expressões do avatar, especialmente as faciais, já que não são apenas as mãos que comunicam.

Um outro app interessante que está concorrendo ao prêmio é o WheelMap, um mapa online que indica as melhores rotas para pessoas que usam cadeira de rodas. O app alemão é abastecido pelas informações dos próprios usuários sobre locais públicos e estabelecimentos comerciais com melhor acessibilidade.

Tantas empresas focadas em desenvolver apps que não servem para nada além de entreter, poderiam dedicar uma parte do tempo e investimento para promover a inclusão social – conquistando bons lucros e reconhecimento internacional, como nesta premiação da ONU.

* Ideia indicada por Lilian Cunha

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O objetivo é a informação, não é?

A página do Estadão no Facebook esta pedindo a participação dos leitores do jornal por um bom motivo: indicar as baladas do Brasil com falhas na segurança. Com base nas dicas enviadas, repórteres do jornal vão apurar as informações.

Enquanto a mídia, em geral, explorou à exaustão o sofrimento das famílias que perderam parentes no incêndio em Santa Maria, o Estadão fugiu da obviedade e abriu uma oportunidade de colher (com quase nenhum esforço) informações para uma boa pauta.

fb estadao - danceteria fogo

Essa ação mostra também que, enquanto alguns veículos de comunicação têm medo que a propagação de notícias nas redes sociais se sobressaia aos sites de jornalismo, outros aprendem a utilizar esse meio. E, o melhor, a utilizar juntos jornalismo e redes sociais por uma boa causa.

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Que objetivos você tem?

Um carro 1.0, financiado, custa 513 dias de trabalho para um brasileiro com renda média (R$ 1.224). Isso considerando que a pessoa guardaria seu dinheiro exclusivamente pra ao carro, sem pagar casa, comida e despesas essenciais. A estimativa feita pela FGV, e publicada ontem na Folha, mostra que a maneira que projetamos nossas compras é fundamental para gastar bem. Quando pensamos nos dias de trabalho para pagar algo, repensamos o que é realmente necessário (e em que prazo, pagando quantos dias de trabalho pelos juros).

o preco da compra

O conselho dos educadores financeiros é traçar os objetivos de curto prazo (um ano), médio prazo (até dez anos) e longo prazo (mais de dez anos). Por mais consciente que uma pessoa seja, dificilmente vai pensar seu trabalho diário como ferramenta para atingir uma meta em 10 anos – a não ser que tenha essa meta escrita, planejada e razoavelmente detalhada.

Em um workshop realizado na semana passada, na empresa que trabalho, a tarefa era fazer uma lista de coisas que levam 5 minutos do dia, mas que não fazemos alegando falta de tempo. Ou seja, não estamos planejando nem o nosso dia, quanto mais os bens que queremos ter a longo prazo. Podemos mudar, não?

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Como nos vemos

Se ser alto fosse sempre considerado bom, as pessoas se declarariam altas um maior número de vezes? E inteligentes? E bonitas? E negras?

No livro “E agora, vai?”, recém-lançado pelo publicitário André Torreta, um trecho sobre a população negra brasileira faz a gente pensar na influência das percepções coletivas na percepção que temos de cada um de nós:

“Na última década, revistas especializadas para negros foram lançadas e as prateleiras se encheram de produtos para essa população. Em 2009, pela primeira vez, uma negra (a atriz Taís Araújo) foi protagonista de uma novela das 8 na Globo, a Viver a Vida, de Manoel Carlos. O percentual de negros e pardos no total da população cresceu de 46% para 51%, segundo o IBGE. Nenhum desses fatos têm a ver com o aumento real da população negra, mas sim com o da autoestima, que leva um maior número de pessoas a reconhecerem-se como não brancas.”

Como pode uma pessoa se ver de maneira diferente em um e em outro momento? Que poder é esse que a sociedade (e o pensamento coletivo) tem?

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A capacidade da mudar padrões

O melhor celular já foi o menor celular, mas agora pode medir quase 15 cm de altura por 9 de largura, como o Galaxy Note.

O iPad, do qual a tela de 9.7 polegadas sempre foi exemplo para fabricantes de tablets, teve hoje anunciado seu irmão mais novo, o iPad mini, com tela de 7.9 polegadas:

O mercado (e a publicidade) apenas joga com desejos e necessidades. Somos nós que decidimos mudar nossas opiniões ou não. E mudamos, quase sempre.

Por enquanto as opiniões que ouço sobre o Galaxy Note é que é um absurdo colocar um telefone daquele tamanho na orelha. Na Coreia do Sul, onde é fabricado pela Samsung, foi um dos celulares mais vendidos no ano e elevou a um nível recorde os lucros da empresa. Dúvido que se ele chegar a ser um dos mais vendidos por aqui, seu tamanho continue causando estranheza.

Basta algumas pessoas mudarem a opinião, para outras tantas mudarem e para se criar uma nova crítica coletiva daquilo que é bom e daquilo que não é. E não digo que isso é ruim, é apenas o comportamento humano.

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