É a mobília mental que importa

Não vejo o porquê dos debates pró ou contra livros digitais. As mesmas histórias estarão presentes neles, e as possibilidades são tantas mais…

Um texto reproduzido do New York Times, escrito pelo crítico de literatura Dwight Garner, cita algumas:

– Textos em domínio público, no formato e-book ganham acesso gratuito e mais fácil no meio online (há opções em Dominiopublico.gov.br, Gutenberg.org e Books.google.com.br)

– Possibilidade de ouvir audiolivros enquanto pratica outra atividade que não consiga segurar um livro.

– Muitos livros de não ficção possuem notas de rodapé, com link direto às fontes. “Essas fontes às vezes são muito melhores do que o livro que você tem em mãos.”

– Aplicativos que enriquecem a leitura. A versão para iPad de On the Road, de Jack Kerouac, por exemplo, contém mapas e linhas do tempo além do texto.

Ok, o papel mantém seu charme e sua portabilidade como nenhuma tecnologia irá 100% substituir, “e e-books nem servem para decorar salas”, lembra Garner. Mas não devíamos estar tão mais presos em um objeto que em seu conteúdo.

Reproduzo e concordo com o trecho final do artigo:

“Escrevendo em 1991 no jornal The Times, Anna Quindlen declarou: ‘Eu ficaria muito contente se meus filhos se tornassem o tipo de gente que acha que decorar consiste principalmente em construir suficientes estantes de livros’. Concordo demais. Mas é a mobília mental que importa.”

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