Marketing aleatório

Fazer uma página de Facebook ou um perfil no Twitter para um cliente é mais fácil que criar um plano completo de mídia social?

A resposta parece um sim, mas é um não com convicção. Ao menos é o que sustenta o artigo “15 Reasons Random Acts of Marketing & Social Media (RAMs) Don’t Work!“, da publicitária Pam Moore, e a ideia que eu também apoio.

Ela chama esses trabalhos “picados” de Ações Aleatórias de Marketing (entenda marketing como comunicação, nos padrões brasileiros) e aponta as 4 maneiras mais fáceis de reconhecer um trabalho assim, e tomar cuidado com ele.

Para reconhecer um RAM, analise se ele é um trabalho:

1. Não fundamentado (ou seja, sem as bases detalhadas de por que está sendo demandado, com que objetivos e para quem)

2. Não planejado

3. Não integrado (e essa eu acho que vale muito, pois uma ação pode estar integrada em uma campanha ou em uma página principal, mas não com outras ações, não com as diretrizes da marca ou não com o estilo do restante da comunicação)

4. E sem métricas definidas para avaliar seu sucesso ou fracasso


Acho que esses apontadores são suficientes pra explicar porque trabalhos aleatórios são uma encrenca, não? Ou ao menos para alertá-lo de que, se não conseguir eliminar esses 4 problemas, um trabalho assim (por menor que seja) deve ser  cobrado, e bem cobrado.

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