(R)Evolução

*Da página do Mercado Ético no Facebook, compartilhada por Leonardo Dias Bellas.

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6 Comentários

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6 Respostas para “(R)Evolução

  1. Seria essa uma maneira de dizer que a verdadeira revolução será ética, não política?

    Que o verdadeiro ideial deve ser o valor cristão de amar ao próximo?

  2. julianatonello

    Não pensei em ética ou política, pensei em “fazer a revolução” como lutar por aquilo em que vc acredita, no caso, o amor.

    Mas faz sentido pensar em uma revolução ética, se considerar que ético é aquele que é o (bom) exemplo. Uma revolução poderia surgir daí, do bom exemplo sendo seguido e assim se propagando…

    Concorda? Ou viajei no que você quis dizer? rs

    • Então, desde a queda do muro de Berlim e a quebra dos países comunistas existe aquilo que chama de sociedade pós-moderna, pós-ideológica e pós-política. Ou seja, nada podemos fazer politicamente, o sistema atual é imbatível e temos que comover o mundo éticamente para que melhoremos a situação dos desabrigados/favelados/miseráveis e etc.

      Neste aspecto, eu não acredito em revoluções puramente éticas, no sentido popular da palavra, sendo a revolução dentro da maneira como tratar ao próximo, ser honesto, ser bondoso, ajudar a velha a atravessar a rua, não ser opressor e etc. No fim, não creio que isso mudará algo objetivamente, só irá maquiar um pouco mais a verdadeira realidade das relações sociais e etc..

      Logo, acredito sim, e muito, em revoluções à velha maneira, com o pessoal saindo às ruas e quebrando tudo, até retirar o poder estatal da classe dominante e pegar para si. Ou só da mudanças das relações sociais, sem a necessidade da violência e etc, se é que eu pareci meio retardado, ahuhuahu

  3. E eu só disse isso, pois, dentro da atualidade, tentar inverter o significado da palavra revolução (que soa meio piegas e sonhador) para algo mais amável e próximo (por exemplo, amor), é muito comum.

  4. julianatonello

    Entendo teu pensamento, mas não penso assim MESMO.
    Pra mim, “o pessoal saindo às ruas e quebrando tudo” é como um pai que acha que vai educar o filho na repressão ou na paulada… está só criando mais um revoltado com o mundo, não está nem educando nem evoluindo em nada.

    Mas tb acho que algo pode ser feito politicamente sim.. Ética e política são frentes diferentes pra se conseguir alguma mudança.. Usando de novo a figura do pai que educa o filho, não adianta nada vc dar só amor se não der limites.. Vc pode trabalhar dos dois lados, em um dando o exemplo (criando melhores relações sociais), no outro, exigindo atuação de quem está no poder e agindo pra defender aquilo em que você acredita.

    • Hum, saquei.

      O problema é que os excessos fazem parte de uma revolução. Digo, imagina que vc está sendo constantemente abusada, de alguma forma seja qual for. Vc tenta se livrar desse abuso e a pessoa que te abusa, resiste à sua tentativa. Isso gera a parte violenta. Vide Egito, Rússia e a própria ditadura militar no Brasil.

      E ”o pessoal que sai às ruas” seriam, no contexto familiar de hoje, os filhos se rebelando da maneira patriarcal como o pai concebe a família e, óbvio, o pai sempre reprime o filho que, nunca, a não ser em um momento de puro sangue (revolução) se rebela.

      Abraço!

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