Espalhe

“Pare de pensar sobre produtos, serviços e processos. Pergunte-se, ao invés disso, como você pode tornar-se viral, não em termos de marketing, mas em termos de produção, distribuição, definição de preço, logística e até prestação de serviços”

O conselho é do blog do estrategista econômico Umair Haque, da revista Harward Business Review, que dá como exemplo de serviço viral uma ferramenta mobile de transferência de dinheiro. O M-Pesa, utilizado no Kenia, facilita pequenos empréstimos e o pagamento desses, na hora, diretamente entre o celular de uma pessoa e outra.

Outro exemplo de viral business, que já falei aqui, o Catarse.me, por exemplo, utiliza ao máximo a “viralidade” própria da Internet para levantar fundos a projetos pessoais e profissionais.

by Whitney Amelia Frederick

O estrategista defende que a viralidade está ligada à possibilidade de feedback, o grande diferencial do mundo hiperconectado em que vivemos.

Marcas mudam de acordo com o feedback dos consumidores, sistemas ouvem cada vez mais seus usuários e nada melhor para colocar um produto no mercado do que o bom feedback de quem já o utilizou.

Do outro lado, um Reclameaqui.com realmente resolve, a citação da empresa em uma reclamação no Twitter é garantia de resposta, e assim por diante. Para a felicidade ou tristeza das empresas, mais do que nunca uma voz passa a ser várias, e a se espalharem, num piscar de olhos, por aí.

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