Quanto mais fácil pior

Fontes que dificultam a leitura, com detalhes, negrito, itálico e outros frufrus, podem ajudar o aprendizado.

Pois é. O resultado foi mostrado por um estudo reportado no blog The Frontal Cortex, da Wired Magazine.

Um teste, feito com 28 participantes, de idade entre 18 e 40 anos, mostrou que as pessoas que tiveram o conteúdo apresentado com letras mais difíceis de ler – Comic Sans itálico, por exemplo, ao invés de Arial – tiveram maior retenção da informação e maior aprendizado à longo prazo.

Chamado de “disfluência”, o uso de fontes que dificultam a leitura ajuda as pessoas a processarem informação mais profundamente, com maior abstração e mais cuidadosamente.

Jornalistas, designers… aprendemos tudo errado? Certo mesmo estão aqueles e-mails-corrente, com 35 fontes diferentes por parágrafo?

E o mesmo será que vale para textos? Livros “fáceis”, com fluência, são esquecidos mais rapidamente que aqueles que penamos para ler?

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