Piores lugares, melhores possibilidades

O Cirque du Soleil esteve meses em cartaz com a apresentação gratuita Les Chemins Invisibles, em Quebec-CA. Quando soube o lugar, embaixo de um viaduto (!!!), óbviamente meu pensamento foi: “Bom demais para ser verdade. Cirque du Soleil de graça, só embaixo da ponte mesmo…”. Depois de assistir o espetáculo, vi que não havia lugar melhor para ele ser encenado e o quanto aquele espaço contribuiu com a peça.

No blog de Tiago Guimaraes, jornalista, ele chama a atenção para as “metrozonas”, áreas urbanas exatamente como esta, no entremeio de viadutos, galpões industriais, centrais de distribuição elétrica…, áreas relegadas à deterioração, mas com alto potencial de transformação.

Tiago cita o projeto social Cora Garrido, instalado em uma área doada pela Prefeitura de S.Paulo embaixo do Viaduto do Café, na Bela Vista, que oferece aulas gratuitas de boxe como ação de transformação social. Além do ringue, há espaço para aparelhagem de ginástica, biblioteca e brinquedoteca e, ainda, planos para uma sala de informática e aulas de idiomas.

Enquanto projetos socias e culturais vivem em eterna luta para encontrar uma sede, quantas áreas na cidade poderiam ser recuperadas (e voltarem a ser parte ativa da cidade) com a ocupação e o trabalho desses grupos…

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