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Chocolates adesivados

Ideia simples e genial.

A FHV BBDO de Amsterdã  realizou uma ação promocional para o chocolate Mars, retirando o logo da embalagem e vendendo cartelas adesivas com letras, acentos e pontuações na mesma tipografia do logo tradicional.

 

* Imagem publicada em Marketing na Cozinha

 

Imagina a repercussão de uma ação simples como essa em ocasiões especiais, como no Dia dos Namorados ou no Dia dos Pais, que se aproxima.

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100% e só

Não sei se sou exceção, mas não costumo curtir fanpages no Facebook, me sinto fazendo propaganda à toa. Já curtir uma ideia boa, sem a propaganda descarada de que é da marca x ou y, acho muito mais interessante.

A campanha recente da cerveja Itaipava (e sua presença no Facebook) faz exatamente isso, substitui a marca por uma característica do produto. No caso, a imagem que acompanha todos os posts é a do número 100%, referente à água 100% cristalina utilizada na fabricação.

O símbolo de 100% em todas as postagens torna-se uma marca agregada. As pessoas compartilham os posts  (e o diferencial da Itaipava) sem diretamente ter a intenção de fazer propaganda da cerveja.

E, assim, outra questão também aparece: mais vale a exposição de uma marca ou do diferencial que essa marca tem?

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O que é ser 24 horas?

Uma cidade 24 horas é aquela que tem padarias, farmácias, comércios abertos durante a madrugada… Junto a uma exposição de Van Gogh e Monet. (?)

O CCBB (centro de São Paulo) vai realizar a “virada impressionista” neste fim de semana, com entrada gratuita. A exposição “Impressionismo: Paris e a Modernidade” traz 85 obras expostas entre as 15h de sábado (dia 4) e 22h de domingo (dia 5).


“O lago das ninfas, harmonia verde”, de Claude Monet

 
Em tempos em que as 24h de São Paulo abrigam viradas culturais, digitais, esportivas e sustentáveis, a virada impressionista torna-se uma atual estratégia de marketing.

Ou um exemplo de verdade de uma cidade 24h?

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E o Pinterest com isso?

Há alguns meios de comunicação (redes sociais, facilitadores de troca de informação, como preferir…) que surgem sem manual de instruções. Com o Pinterest foi assim, primeiro chegou ao Brasil a notícia de seu sucesso para depois chegar alguma discussão sobre sua real utilidade.

E como diz um artigo recente do FastCompany: “Se você não pensa sobre estratégia antes de mergulhar no marketing no Pinterest, seus esforços em ‘pining’ são muitos prováveis de transformarem-se em uma gigastesca perda de tempo.”

Pela definição do próprio Pinterest, este é um serviço de compartilhamento de conteúdo que permite que seus membros “alfinetem” imagens e videos em seus murais, compartilhando-os no formato de rede social. Pelo artigo da FastCompany, o Pinterest é uma forma de uma marca levar conteúdo útil, educacional, de entretenimento ou inspirador para seus clientes.

Nesse artigo, baseado no livro Pinfluence, de Beth Hayden, há algumas dicas para isso:

- Descubra quem é seu cliente ideal.
Ligue para eles, faça perguntas, conheça tudo o que seus principais clientes gostam e vivem.

- Pregue em seu mural apenas o que tem valor par esse cliente ideal
Um exemplo dado é a marca Pretzel Crisps (@PretzelCrisps), que utiliza seu Pinterest não só para publicar fotos dos pães e doces que vende, mas também de outras coisas que seus fãs amam. Por exemplo, um de seus quadros chama-se “Genius” e é sobre ideais espertas para casas e escritórios.

- Sincronize suas mídias sociais
“Seus esforços no Pinterest precisam combinar com o restante da sua estratégia de marketing online”, precisam seguir a mesma linha editorial.

E (isso não está no artigo, mas me parece bem óbvio) seja visual!
Na TV, todos sabem que um conteúdo precisa obrigatoriamente de imagem para ir ao ar. No Pinterest também.
Não só, mas também.

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Quem diz como um site deve ser?

Estamos acostumados com sites tão quadrados e iguais que, quando uma marca aposta em um formato diferenciado, já ganha nossa atenção – independentemente de oferecer um conteúdo aprofundado ou diferenciado também.

Os sites da Pepsi, no Brasil e nos EUA, quebraram o que se espera visualmente de um site intitucional:

http://br.pepsimundo.com

Parecendo formado por banners sobrepostos, o site apresenta as promoções da marca que estão em vigor e tem em posição de destaque o compartilhamento em mídias sociais. O conteúdo é dividido em seções nada óbvias: Diversão, Promoção, Produtos e Música.
www.pepsi.com

Nos EUA, o formato também destaca as imagens, mas linkadas à notícias, não à publicidade. Essas fotos, aliás, intercalam o produto à imagem dos consumidores com os quais a empresa quer associar a marca. O destaque para mídias sociais continua, mas com foco só em Facebook e Twitter. No conteúdo, um pouco de tudo: novidades sobre o produto e muitas notícias, de lançamentos musicais à lista de filmes que devem ser evitados no dia das mães, aproveitando a data e dialogando com uma linguagem jovem e muito mais solta do que esperaríamos ver em um site institucional.

Apesar dos dois sites serem bons exemplos, talvez a diferença entre eles reflita o que o consumidor espera de uma marca em cada País. Aqui, queremos conhecer as promoções, participar. Lá, eles querem notícias e ser parte de um estilo de vida. Qual você escolheria?

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Marketing de rua

Parada no cruzamento, dentro do carro, esperando o farol abrir… E passa um sofá com carregadores fazendo uma mudança na sua frente. Hein?!

Foi assim que a construtora Rossi chamou a atenção em cruzamentos e em parques de Porto Alegre. A empresa contratou uma equipe de atores para encenar uma mudança de casa ao ar livre, como parte da campanha promocional “Festival da Mudança Rossi”:

Com as pessoas sendo bombardeadas por informações o tempo todo e de todo lugar, vale até carregar um sofá no meio da rua para se destacar…

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Outra ideia/costume de Porto Alegre que acho demais: a Zero Hora sendo vendida no farol. Ninguém mais quer perder tempo de manhã parando em banca de jornal.

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St. Patrick’s Marketing

O dia era de St. Patricks (o santo irlandês caracterizado pela cor verde) e, teoricamente, dia da cerveja irlandesa Guinness vender como água – ou não.

Uma outra marca (verde) quebrou a tradição da marca e, com investimento em marketing, conseguiu muito mais presença nos pubs paulistas.

A cerveja verde que os pubs venderam neste dia era: Heineken.

Os promoters distribuindo adesivo neste dia e as bandeiras penduradas no teto: Heineken.

Os chapéus que estavam sendo vendidos no pub: Heineken.

E, o mais bacana, o tótem com câmera, no qual você logava na hora seu Facebook e postava a foto tirada no local: obviamente, Heineken.

Um bom exemplo de que investimento em marketing, planejado em em volume, pode ser mais forte que qualquer tradição.

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Marketing aleatório

Fazer uma página de Facebook ou um perfil no Twitter para um cliente é mais fácil que criar um plano completo de mídia social?

A resposta parece um sim, mas é um não com convicção. Ao menos é o que sustenta o artigo “15 Reasons Random Acts of Marketing & Social Media (RAMs) Don’t Work!“, da publicitária Pam Moore, e a ideia que eu também apoio.

Ela chama esses trabalhos “picados” de Ações Aleatórias de Marketing (entenda marketing como comunicação, nos padrões brasileiros) e aponta as 4 maneiras mais fáceis de reconhecer um trabalho assim, e tomar cuidado com ele.

Para reconhecer um RAM, analise se ele é um trabalho:

1. Não fundamentado (ou seja, sem as bases detalhadas de por que está sendo demandado, com que objetivos e para quem)

2. Não planejado

3. Não integrado (e essa eu acho que vale muito, pois uma ação pode estar integrada em uma campanha ou em uma página principal, mas não com outras ações, não com as diretrizes da marca ou não com o estilo do restante da comunicação)

4. E sem métricas definidas para avaliar seu sucesso ou fracasso


Acho que esses apontadores são suficientes pra explicar porque trabalhos aleatórios são uma encrenca, não? Ou ao menos para alertá-lo de que, se não conseguir eliminar esses 4 problemas, um trabalho assim (por menor que seja) deve ser  cobrado, e bem cobrado.

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Todo mundo sabe fazer um site

Um site igual a todos os outros, todo mundo sabe. E por isso tem tanto site chato por aí.

Gostei de descobrir a ideia da empresa Nextar, agência especializada em storytelling, que usou aquilo que melhor sabe fazer para apresentar sua empresa na web:


A página inicial conta quem é a empresa, seus objetivos e diferenciais, em uma pequena narrativa, lida tela a tela.

Aliás, o objetivo da agência por si só já é bacana, utilizar a “comunicação para auxiliar na humanização de empresas”.

 
Ps. Para quem não conhece storytelling, uma maneira de compartilhar conteúdo utilizando narrativas, há uma explicação bem bacana neste texto de Bruno Scartozzoni.

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Interesse de quem?

O detergente Tide (da gigante Procter and Gamble) está este mês mantendo funcionários em Tunkhannock, na Pensilvânia, cidade há pouco devastada por enchentes, para uma causa interessante – há quem diga “interessante a eles”, há quem diga “de interesse da sociedade”.

Uma lavanderia temporária, montada no estacionamento de um Walmart, lava, seca e dobra as roupas dos moradores da cidade, que tiveram suas casas inundadas.

A ação é parte de um projeto, Loans of Hope, iniciado em 2005, quando o furacão Katrina devastou  New Orleans. De lá pra cá, a equipe formada pela empresa já esteve mais 4 vezes no local e realizou o mesmo serviço em outras cinco cidades norte-americanas.

A marca hoje tem um site específico para o projeto – onde os consumidores inserem o código de barras do produto adquirido para que 1 dólar seja doado para a causa -, videos publicados na FanPage no Facebook e milhares de citações na mídia e nas redes sociais, elogiando a ação.

Há quem diga que essa é uma ação de marketing baseada em uma tragédia, que se aproveita de uma situação crítica para aumentar as vendas de um produto e para divulgar a marca. Eu sou mais o pensamento de que qualquer ajuda é ajuda. Se os dois lados, marca e consumidor, podem sair lucrando da situação, ainda melhor.

Aqui no Brasil não faltam cenários como esses, para que as marcas nacionais de detergentes (e de tantos outros produtos) inspirem-se a agir também.

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