Vilões do bem

Os bancos nunca tiveram uma fama muito boa, sempre foram vistos mais como uma necessidade (cara), do que como um apoio para os cidadãos. Mas, recentemente, algumas ações publicitárias resgataram boas atitudes a dois deles.

O Banco do Brasil iniciou no final de 2011 um projeto que ainda está rolando na cidade de Belo Horizonte, o #meuobrigado. A ação abriu espaço para os internautas enviarem mensagens de agradecimento a quem desejassem, com frases, fotos e vídeos, que foram projetados na fachada dos prédios dos Centros Culturais do banco em diversas cidades.

Além de enviar o conteúdo para o site Meuobrigado.com.br, as pessoas podem assitir o que já foi projetado pelo site, utilizar a hashtag #meuobrigado nas redes sociais para enviar novas mensagens e participar de um desafio no Instagram.

 

Enquanto isso o Itaú tenta engajar seus clientes a abrirem mão do extrato da conta em papel, com a genial propaganda do bebê que dá risada ao ver o papel sendo rasgado:

E, junto à propaganda na TV, com a realização de simples ações no site do banco para facilitar essa escolhe pelos clientes:

Eles economizam com essa decisão, e nós, clientes, também colaboramos com o meio ambiente.

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Participa?

Os jornais, principalmente em suas versões online, têm os leitores (muitos deles ávidos por interação) nas mãos e pouco lembram disso. A Folha foi esperta em permitir a participação desses para coletar material e informações sobre a história de São Paulo, quando a cidade está prestes a completar 458 anos.

No site do jornal, você localiza em um mapa seu endereço, escolhe uma palavra que você mais associa com São Paulo e comente sua história com a cidade, podendo também anexar uma foto sua no local.

Para quem prefere ficar nos bastidores, já estão disponíveis no site os pontos marcados pelos leitores e as palavras mais recorrentes sobre São Paulo:

Por enquanto (que bom!), a vencedora é “diversidade”. Pouco à frente da já também popular “violência”…

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Com quantas peças se faz uma retrospectiva?

Ok, na TV vamos continuar vendo 1.795.359 retrospectivas de 2011, todas com as mesmas notícias, apresentadas na mesma ordem, da mesma maneira.

Mas para mídias impressas e online ainda dá tempo de fazer algo diferente, como fez o The Gardian no Flickr:

De notícias mais sérias, como Barack Obama assistindo a missão para capturar Bin Laden:

À saída de Charlie Sheen de Two and a Half Man:

Tudo representado com peças de Lego, com o link para as notícias publicadas. Bacana, né?

*Link compartilhado por leofilomeno

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O não-cartão de Natal

Em meio a mesmice dos cartões de Natal, uma empresa de design, StudioIlse, teve uma boa ideia:

O cartão explica como cortar os trechos marcados e dobrar o papel para transformá-lo em um anjo, pronto para enfeitar a casa nessa data.

Além de criar uma nova utilidade para um cartão de Natal, a empresa levou aquilo que é sua especialidade (a produção de peças de design) para as mãos de seus clientes e prospects. Eles participaram dessa criação como em um ato de colaboração entre eles e o estúdio.

Todos no “espírito de Natal”…

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Melhor que cesta de natal

O presente de fim de ano, sorteado para os funcionários da agência Salve – The on-life agency:

* Publicado (e usufruído) pela Francine Guilen, que aliás, vale a visita em seus blogs e portfólio, aqui :)

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Sim, você paga mais

Tem a impressão que seu banco cobra as tarifas de cartão mais caras do mercado? A impressão pode sair da ideia e ser testada em segundos no site Tarifasdocartao.org.br.

Você escolhe até 3 bancos para fazer a comparação, de acordo com a bandeira e com o tipo do cartão.

O serviço é disponibilizado pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços, que também oferece outros conteúdos interessantes na aba de Dicas.

Lógico que simplesmente a taxa do cartão não faz uma pessoa escolher um ou outro banco, mas é bom saber as opções que se tem, e que nunca são divulgadas de forma muito clara pelas instituições financeiras.

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Você é o que você busca

Ou não.

No caça-palavras psicológico, abaixo, as três primeiras palavras que encontrar irão descrever quem você é.


*via Comunique9

Tire suas conclusões e pense sobre o que você tem visto de tudo que há no mundo, e na mídia.

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Cansado?

Detector de fadiga. Não esperava por uma tecnologia como essa e acho que a propaganda da VW acertou certinho em como comunicar esse diferencial do novo Passat ao público brasileiro.

O mecanismo verifica o padrão de direção do motorista no início da rota e identifica quando ele demonstra sinais de cansaço, avaliando mudanças no ângulo do volante, no uso dos pedais e na aceleração. Então, informa com um alerta sonoro que o motorista deve fazer uma parada, repetindo a mensagem a cada 15 minutos.

Enquanto o vídeo original de divulgação dessa tecnologia no You Tube, em inglês, é uma explicação ilustrada e chatinha sobre o detector, a propaganda que está no ar na TV brasileira utilizou bom-humor para apresentar a tecnologia :)

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Novidade, para quem?

Um exemplo banal, mas para se pensar. Ao mesmo tempo em que uma pessoa da minha lista do Facebook compartilhava esta imagem:

Outra já compartilhava uma continuação dela. Esta aqui:

E eu apostaria que nenhuma dessas duas pessoas estava muito à frente na divulgação. Apostaria que as duas imagens já rolaram por tempos em fóruns, grupos de compartilhamento e em outros cantos da Internet.

Às vezes nos preocupamos tanto em divulgar algo novo, em dar furos de notícia, que esquecemos de pensar no que é inédito para o público específico com o qual estamos falando.

E daí que no exterior já cansaram de falar sobre um assunto tal? Se o seu público-alvo não fala inglês, por exemplo, pra ele o assunto continuará sendo inédito.

Tudo depende de conhecer seu público e de ser o primeiro a contar a ele, não ao mundo.

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Inteligência urbana

Uma reportagem com o Brasil como exemplo de solução de transporte público está na edição de novembro da Fast Company. Estranho ver o País em uma publicação internacional exatamente sobre isso, mas a ideia é boa.

O destaque são os ônibus em Curitiba. Segundo a revista, eles transportam 2,3 milhões de pessoas diariamente e para isso, utilizam uma tecnologia que envia sinais aos faróis de trânsito, instruindo-os para que fiquem verde. Assim, os ônibus param em menos intersecções e as viagens tornam-se mais rápidas.

A ideia, alem de estar na revista, foi case na feira Intelligent Cities Expo, que aconteceu este mês em Hamburgo, Alemanha.

Outros cases apresentados na feira são o pagamento por parte dos motoristas solitários de Atlanta para andarem nas faixas destinadas a carros com mais passageiros, e, em Amsterdan, o plano de eliminar completamente os carros movidos a combustível até 2040 – com o detalhe que só hoje o País já possui mais de 100 postos de recarga para carros elétricos.

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