Além desse vídeo tem outros no Thefuntheory.com, site criado pela Volkswagen e descrito como: “um site dedicado à ideia que algo simples como a diversão é a maneira mais fácil de mudar o comportamento das pessoas para melhor”.
O site tem ainda inscrição para um prêmio a quem tiver boas idéias para a Teoria da Diversão. O resultado sai em dezembro.
Já escrevi aqui, no post “Artifícios digitais”, que achei interessante a maneira que o site Proxxima organizou as imagens de destaque na home. O site da uma empresa de design de interiores, a Wonderwall, também apareceu com uma solução diferente.
Ao passar ao mouse em cima da imagem, ela aparece em destaqu. O site, nesse formato, foi ao ar este mês e foi feito por Yugo Nakamura, da Tha.
Estava lendo a edição especial da Super Interessante (“55 Tendências” – Ed 269-a — pois é, tiveram a infelicidade de não publicar o mês) e achei tanta coisa interessante, ligada à convivência humana, à coletividade, que vou fazer aqui uma listinha. O melhor: nada de tendências mirabolantes sobre o futuro, apenas boas idéias que já estão em prática.
- O site kiva.org, que facilita microempréstimos peer-to-peer. Quem vai investir pode escolher no site o perfil do pequeno empreendedor e ajudar, por exemplo, com 25 dólares, um carpinteiro, uma doceira ou um cabelereiro a abrir seu próprio negócio.
- Na Inglaterra, os torcedores de um time de futebol fizeram uma vaquinha e com 35 libras de cada compraram um time quase falido. Administrado pelo grupo, o time em 1 ano ganhou o campeonato na categoria que disputava.
- No projeto Mechanical Turk, da Amazon, um classificado de pequenos serviços (fazer buscas em sites, traduções, clicar em certas páginas e, até mesmo, simplesmente fazer perguntas) permite quem quiser escolher seus trabalhos online, fazê-los de casa e serem remunerados por isso.
Viram a página incial do Google de hoje? Um código de barras no topo da página, e a palavra Google, de tão consolidada (junto à disposição visual característica da página, claro) fica desnecessária.
Vale a pena também para pensar se quando criamos um site com 35 chamadas, dez matérias principais, 15 fotos estouradas e vídeos rolando, não estamos deixando a marca da revista (do site, do jornal…) como a última informação que o leitor vai olhar. O site do Google, para se permitir fazer isso – trocar seu nome por uma imagem - ficou durante anos com a marca no local de maior destaque da página e rodeada por um branco total.
Para quem quer dicas de bons livros, descobrir novos autores, ver títulos que têm a ver com o que você costuma ler…, essa parece uma boa opção: http://www.shelfari.com/
Dá pra montar uma biblioteca virtual, ver o que os amigos estão lendo.. Praticamente um orkut dos nerds por literatura (ou geeks literatos, como preferir)!
Que eu saiba não inventaram nomes assim, mas acho que logo eles vão surgir… Infográficos podem virar item tão indispensável para algumas informações (sejam elas notícias, peças publicitárias ou releases feitos por assessoria de imprensa…) quanto texto e fotografia.
Eles podiam ter explorado melhor alguns recursos visuais. Tem uma página com números dispostos como texto, que poderiam ter outro formato, e outras páginas são mais uma ilustração que um infográfico em si. Ainda assim a idéia foi interessante (a dica foi da Ju Nakaharada).
Em um curso de infografia, com o Mário Kanno (editor-adjunto de arte na Folha), uma das discussões era que as assessorias de imprensa têm os infográficos como uma arma poderosa. Além de ser um diferencial enviar um infográfico junto ao release, tanto a imagem, quanto o título do infográfico e os números selecionados para aparecerem nele, focam o jornalista nos dados que interessam ao assessor de imprensa transmitir.
Achei interessante a maneira como o site do ProXXima, a nova marca do Meio e Mensagem para mídia digital, publica as chamadas principais do site. O destaque grande em uma única matéria garante que ela seja lida, e apenas um pedaço à mostra das outras chamadas disponíveis (que ganham nitidez ao passar o mouse) instigam para que sejam lidas. Já havia escrito algo também sobre a opção de mostrar um trecho apenas da imagem disponível, para gerar curiosidade, quando falei da Revista Computer Art. A tática aqui é a mesma, e funciona.
O site é interessante também para conferir pesquisas sobre o mercado digital, na seção Bolsa de Estudos , e o que tem sido produzido em publicidade na web, na Galeria Criativa.
Achei bem interessante a maneira que o Estadão publicou os dados do censo, feito pelo Ministério da Educação, sobre os professores brasileiros (imagine se isso fosse uma tabela de números ou um gráfico de pizza atrás do outro?). Mas acho que esqueceram de uma coisa, que a informação, no site de um jornal, é o que realmente importa.
Pode ser divertido clicar nos ícones da ilustração, mas precisa fazer o leitor ficar procurando com o mouse onde clicar pra conseguir saber os números que tem interesse?
Minha sugestão: listar, abaixo da ilustração, as informações que têm disponíveis no desenho, linkando direto ao gráfico correspondente. Simplificar e dar opções, não custa.